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Caso Vouchers: Sporting reage pedindo sintonia entre leis da República e desportivas

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/03/2017 Ana Proença

Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, reagiu ao arquivamento por parte do TAD (Tribunal Arbitral do Desporto) do "Caso Vouchers", anunciando um pedido de alteração de regulamentos à Liga de Clubes e Federação Portuguesa de Futebol.

E"Entendemos que a integridade e dignidade das competições desportivas deve ser levada mais a sério", escreveu Nuno Saraiva, referindo em seguida a revisão da lei relativa à corrupção desportiva (Lei n.º 50/2007) que foi há poucos dias aprovada, na especialidade, pelos deputados à Assembleia da República.

A revisão da lei, explica Nuno Saraiva, "passa a criminalizar a oferta ou recebimento indevido de vantagem - crime que fica preenchido com a mera oferta, e é independente da solicitação de atuação parcial que se diz não ter existido no caso dos vouchers."

© Gerardo Santos / Global Imagens

"Perante estes factos, o Sporting Clube de Portugal vai propor à Liga Portuguesa de Futebol Profissional e à Federação Portuguesa de Futebol que integrem também nos seus regulamentos disciplinares uma infração de oferta ou recebimento indevido de vantagem, para que haja total sintonia entre os regulamentos disciplinares e as leis da República e para que estas situações não voltem, no futuro, a passar impunes", anuncia.

E termina com uma provocação ao Benfica: "Aparentemente, o clube que oferecia os referidos vouchers também concorda e reconhece que foi longe demais, tanto que já deixou de fazer as ofertas que fazia a árbitros, delegados e observadores."

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