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Catalunha: Autarca de L'Hospitalet esperava porta aberta ao diálogo no discurso do rei

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/10/2017 Administrator

A presidente da Câmara de L'Hospitalet de Llobregat, Núria Marín, mostrou-se hoje "muito preocupada" com a situação na Catalunha e, sobre o discurso do rei, disse que "esperava uma porta aberta para o diálogo e o consenso".

"Esperávamos mais. Esperava por uma porta aberta ao diálogo e consenso. Preocupada, estou muito preocupada", disse a presidente da câmara da segunda cidade mais populosa da Catalunha, Núria Marín, na sua conta no Twitter.

O rei de Espanha, Felipe VI, acusou na terça-feira "determinadas autoridades" da Catalunha de "deslealdade" institucional e de terem uma "conduta irresponsável", totalmente à margem do direito e da democracia.

Numa mensagem transmitida pela televisão, Felipe VI explicou que tinha decidido dirigir-se "diretamente aos espanhóis" porque se estão a "viver momentos muito graves para a vida democrática" do país.

A Espanha vive uma crise institucional depois de as autoridades da Comunidade Autónoma da Catalunha terem organizado no último domingo um referendo de autodeterminação da região que foi considerado ilegal pelo Estado espanhol.

O rei advertiu que, perante a situação "de extrema gravidade" na Catalunha, os "legítimos poderes do Estado" devem assegurar "a ordem constitucional", a continuação do Estado de Direito e o autogoverno da Catalunha baseado na Constituição de Espanha e no seu Estatuto de Autonomia.

O governo regional (Generalitat) anunciou na madrugada de segunda-feira que 90% dos catalães votaram a favor da independência no referendo, tendo exercido o direito de voto 42 por cento dos 5,3 milhões de eleitores.

A consulta popular foi convocada pela Generalitat, dominada pelos separatistas, tendo o Estado espanhol, nomeadamente o Tribunal Constitucional, declarado que a consulta era ilegal.

A votação de domingo foi marcada pela intervenção da polícia espanhola, que tentou encerrar alguns centros eleitorais, uma ação que teve momentos de grande violência que passaram nas televisões de todo o mundo.

O chefe do Governo catalão, Carles Puigdemont, vai nos próximos dias levar os resultados da consulta ao parlamento regional para decidir se declara a independência da região, que é uma das 17 comunidades autónomas espanholas.

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