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Catalunha: Imprensa destaca futuro incerto depois de cargas policiais e irregularidades

Logótipo de O Jogo O Jogo 02/10/2017 Administrator

O controverso referendo que decorreu no domingo na Catalunha domina todas as primeiras páginas da imprensa espanhola, com referências às irregularidades na votação, à dureza da polícia e à vontade do Governo regional de declarar a independência.

O catalão La Vanguardia títula que o "Governo [de Madrid] reprimiu o 01 de outubro" com "cargas da Polícia nacional e da Guardia Civil", que causaram 844 feridos, dois deles graves, tendo os Mossos d'Esquadra (polícia regional) "evitado o choque, refugiando-se nas ordens judiciais recebidas".

O jornal El Periódico, também catalão, assegura que no domingo houve uma "Insurreição", com uma grande foto das forças policiais, como em todos os jornais, e em grandes letras vermelhas "Repressão intolerável".

O diário El País de Madrid noticia "O Governo impede utilizando a força o referendo ilegal" e acrescenta que o presidente do Governo regional, Carles "Puigdemont dá por ganha a consulta e anuncia que haverá uma declaração unilateral de independência da Catalunha nos próximos dias".

O jornal espanhol El Mundo considera que "Puigdemont proclamará a independência 'daqui a alguns dias'", enquanto o chefe do Governo espanhol, Mariano "Rajoy oferece diálogo a todos os partidos 'sem fechar portas'".

O ABC, também de Madrid, afirma que houve "Um referendo fracassado que deixa Espanha ferida", relata a "Deceção entre os espanhóis porque os promotores da tentativa de golpe continuam em liberdade", e aponta o dedo à "Democracia segundo Puigdemont: votos duplicados, urnas opacas e o censo inflacionado e adulterado".

O diário La Razón titula "Firmeza contra o golpe" e destaca uma fotografia que ilustra uma discussão entre a polícia nacional e a regional, assegurando que "A traição dos Mossos obriga a atuar a Policia e a Guarda Civil".

O governo regional (Generalitat) anunciou que 90% dos catalães votaram a favor da independência no referendo, tendo votado apenas 42 por centos dos 5,3 milhões eleitores.

O referendo foi marcado pela Generalitat dominada pelos separatistas e boicotado por todos os partidos e movimentos que não querem a separação de Espanha.

O Estado espanhol, nomeadamente o Tribunal Constitucional, declarou ilegal a consulta.

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