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Catalunha: Manifesto de esquerda quer eleições e retirada de declaração de independência

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/10/2017 Administrator

Um grupo de pessoas, composto por milhares de profissionais, políticos e ativistas de esquerda catalães e espanhóis, publica hoje no jornal El Periódico de Catalunha o manifesto "Retirar a Declaração Unilateral de Independência (DUI) - Convocar eleições".

O texto, que vai ocupar três páginas do diário, faz três exigências. A primeira, "a retirada de todos os atos, leis e declarações que possam conduzir a uma DUI, que a maioria recusa", porque "só assim se pode conseguir uma solução baseada num amplo consenso, no diálogo e entendimento".

Depois, pretendem "a realização de eleições na Catalunha, com plenas garantias democráticas, onde participem todas as opções e sensibilidades políticas".

Por fim, querem "uma legislatura de reflexão sossegada, de debate e intercâmbio, em que todas as alternativas se apresentem e se conheçam, em igualdade de condições".

O manifesto é promovido pelos organizadores de dois manifestos anteriores, o "1-O [01 de Outubro, dia do referendo independentista] Fraude Antidemocrática" e o "DUI Imposição Antidemocrática", que foram subscritos por mais de 500 mil pessoas de diferentes sensibilidades da esquerda].

O manifesto também considera "falsidades" as afirmações de que Puigdemont representa um povo catalão monolítico e defenda a democracia e que a DUI aproveita ao povo trabalhador.

Por isso, entendem que "não é certo que o 1-O legitime Puigdemont e o seu governo para fazerem uma DUI", e para fundamentar o entendimento, invocam "os duvidosos resultados eleitorais" de 1-O, avançando que "60% dos cidadãos chamados ás urnas não participaram".

Os subscritores recusam também "a repressão injustificada por alguns cidadãos e cidadãs em 1-O" e afirmam que estão seriamente inquietos "com as consequências de medidas que vão limitar, se bem que parcial e temporariamente, um autogoverno que ninguém discute".

E, por último, denunciam "a atuação do governo de Rajoy, que apenas conseguiu inflamar os ânimos".

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