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Catalunha: PM belga não comenta viagem de Puigdemont para presimível reunião privada com flamengos

Logótipo de O Jogo O Jogo 30/10/2017 Administrator

O gabinete do primeiro-ministro belga, Charles Michel, escusou-se a comentar a viagem do presidente destituído do governo catalão, Carles Puigdemont, a Bruxelas, para presumivelmente se reunir com os nacionalistas flamengos do N-VA, segundo a impressa belga.

De acordo com o tablóide La Dernière Heure, Puigdemont está a caminho de Bruxelas para uma presumível reunião, a título privado, com os nacionalistas flamengos do N-VA, liderados por Bart De Wever, sem adiantar qualquer pormenor sobre o local e hora do encontro.

No domingo, o secretário de Estado do governo federal para as Migrações e Asilo, Theo Francken -- que pertence ao NVA -- tinha declarado a uma televisão flamenga que Puigdemont pode pedir asilo político na Bélgica.

"Pode colocar-se a questão de se saber se [o presidente catalão destituído] tem direito a um processo justo", acrescentou.

Estas declarações valeram a Francken uma 'reprimenda' de Michel, que lhe pediu para "não deitar achas na fogueira".

O parlamento regional da Catalunha aprovou na sexta-feira a independência da região, numa votação sem a presença da oposição, que abandonou a assembleia regional e deixou bandeiras espanholas nos lugares que ocupavam.

Ao mesmo tempo, em Madrid, o Senado espanhol deu autorização ao Governo para aplicar o artigo 155º. da Constituição para restituir a legalidade na região autónoma.

O executivo de Mariano Rajoy, do Partido Popular (direita), apoiado pelo maior partido da oposição, os socialistas do PSOE, anunciou ao fim do dia a dissolução do parlamento regional, a realização de eleições em 21 de dezembro próximo e a destituição de todo o Governo catalão, entre outras medidas.

Em resposta, já hoje, Carles Puigdemont, disse não aceitar o seu afastamento e pediu aos catalães para fazerem uma "oposição democrática", numa declaração oficial gravada previamente e transmitida em direto pelas televisões.

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