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Catalunha: Puigdemont deve voltar a reunir forças políticas hoje de manhã

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/10/2017 Administrator

O presidente da Generalitat, Carles Puigdemont, deve manter contactos hoje de manhã com líderes políticos catalães seccionistas depois de uma reunião "inconclusiva" que terminou de madrugada, diz o jornal El Pais.

A reunião que começou na noite de quarta-feira terminou às 02:00 (01:00 em Lisboa) e juntou o presidente da Generalitat, conselheiros do governo autónomo, líderes do PDeCAT e Esquerra e deputados do Junts pel Sí.

O encontro destinado a estabelecer uma estratégia consensual que deve ser apresentada hoje à tarde no Parlamento da Catalunha terminou "sem conclusões definitivas".

Segundo o El Pais, Carles Puigdemont deve, por isso, voltar a reunir-se hoje de manhã com as várias forças políticas que defendem a independência da Catalunha.

De acordo com o jornal espanhol, a aguardada sessão do Parlamento de Barcelona está marcada para as 17:00 (16:00 em Lisboa) sendo que existe ainda a incógnita sobre a eventual declaração de independência.

Segundo a notícia publicada na edição eletrónica do El Pais, a direção das formações Esquerra Republicana, PDyCAT e CUP defenderam na reunião que terminou de madrugada a proclamação de independência, mas verificam-se "tensões" entre os membros do governo autónomo e por conselheiros do PDyCAT que pretendem que a declaração de independência seja acompanhada da marcação de eleições.

Entretanto, o Senado espanhol começa hoje o debate e votação das medidas que o Governo central pretende aplicar na Catalunha, ao abrigo do artigo 155 da Constituição, para impedir uma provável declaração de independência na região.

A Comissão do Senado que vai analisar as medidas propostas pelo executivo de Mariano Rajoy (PP, direita conservadora) arranca às 17:00 (menos uma hora em Lisboa), à mesma hora que se inicia uma sessão plenária no parlamento regional catalão.

As medidas do Governo em Madrid podem incluir a suspensão da autonomia da Catalunha, a destituição de membros ou de todo o governo regional eleito em setembro de 2015 e a consequente convocação de eleições antecipadas. Mas também podem incluir medidas relacionadas com as chefias da polícia regional catalã ou com os órgãos de comunicação social regionais.

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