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Catalunha: Puigdemont no parlamento uma hora antes para reunião com Junts pel Sí

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/10/2017 Administrator

O presidente catalão, Carles Puigdemont, chegou mais cedo ao parlamento para uma reunião do seu grupo, Junts pel Sí, antes de ir ao plenário falar da situação política na região e eventualmente fazer uma declaração unilateral de independência.

Puigdemont chegou pelas 17:00 (16:00 em Lisboa) e dirigiu-se diretamente aos gabinetes do grupo Junts pel Sí (Partido Democrático Europeu da Catalunha e Esquerda Republicana Catalã) para participar numa reunião antes de começar o debate parlamentar.

Ao chegar ao parlamento, o presidente do governo catalão (Generalitat) não quis prestar declarações e também não respondeu às perguntas da imprensa sobre se vai declarar hoje a independência da Catalunha.

A sessão plenária, que tem hora marcada para se iniciar às 18:00 (17:00 em Lisboa), tem como ponto único na ordem de trabalhos a análise da situação política na região na sequência do referendo pela independência de 01 de outubro - que o Tribunal Constitucional considerou ilegal.

Apesar de não constar da ordem de trabalhos, Puigdemont poderá declarar unilateralmente a independência da Catalunha, já que a chamada Lei do Referendo, que o parlamento catalão aprovou a 06 de setembro e que foi suspensa pelo Tribunal Constitucional espanhol, estipula que ela seja emitida num prazo de 48 horas após o anúncio dos resultados oficiais, que aconteceu a 06 de outubro.

As tensões entre Madrid e Barcelona mergulharam a Espanha na sua mais grave crise política desde o regresso à democracia, em 1977.

A crise está a dividir a Catalunha, onde vivem 16% dos espanhóis e onde, segundo as sondagens, metade da população não é independentista.

Já a antecipar uma declaração unilateral de independência, a associação pró-independência Assembleia Nacional Catalã (ANC) apelou a uma grande concentração de cidadãos perto do parlamento regional à hora do plenário.

As autoridades já instalaram um perímetro de segurança na zona -- com uma vedação tripla -- para proteger os deputados regionais.

Perante este cenário, o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, reiterou que o executivo em Madrid "fará tudo o que for preciso", com "mão firme e sem complexos" para impedir a independência da Catalunha.

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