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Catarina Martins vê condições políticas para refundação do SNS e vai levar proposta à AR

Logótipo de O Jogo O Jogo 23/09/2017 Administrator

A líder do BE, Catarina Martins, destacou hoje a necessidade de refundação do Serviço Nacional de Saúde, clarificando a lei de bases, prometendo levar a proposta ao parlamento porque disse acreditar existirem "condições políticas" para a concretizar.

O antigo coordenador bloquista, João Semedo, - que por motivos de saúde tem estado afastado da vida política ativa - juntou-se esta tarde à campanha do BE para as autárquicas, num comício na Praça dos Poveiros, no Porto, no dia em foi conhecida a proposta que, juntamente com o 'pai' do Serviço Nacional de Saúde (SNS), António Arnaut, elaborou para mudar o SNS, aumentando o papel do Estado.

"Clarificar a lei de bases da saúde para proteger o SNS é um passo essencial e a proposta que o João Semedo e o António Arnaut elaboraram é um contributo muito importante neste caminho", disse Catarina Martins.

O BE regista "com agrado que setores do PS mostraram já disponibilidade para acolher esta proposta", acrescentou.

"O que quer dizer que podemos estar à beira de ter as condições políticas para uma refundação de um Serviço Nacional de Saúde público e universal. É o que se espera desta maioria", antecipou.

A líder bloquista assumiu ainda o "compromisso de levar este trabalho à Assembleia da República para que se possa concretizar esta tarefa fundamental de um SNS público, eficaz, universal, que chegue a todas as pessoas.

Catarina Martins referiu que, assim, se pretende fazer na saúde o mesmo que se fez na educação no atual Governo, com o fim dos contratos de associação, numa lógica de que "ao privado o que é do privado, ao público o que é do público".

"O que mostrou a luta para que se forçasse a escola pública a proteger-se e deixar de pagar colégios privados onde havia oferta pública, é que os portugueses não querem que os seus direitos sejam transformados em negócio porque a generalidade da população apoiou esta transformação porque sabe que está a defender o que é de todos. É o que acontecerá também, se tivermos coragem de fazer o mesmo, na saúde", comparou.

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