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CDS assinala "passo importante" do projeto sobre direitos das pessoas em fim de vida

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Administrator

O CDS assinalou hoje o "passo importante" da aprovação, na generalidade, do projeto de lei sobre os direitos das pessoas em fim de vida, viabilizado pela abstenção da esquerda, que criticou o diploma em termos violentos.

Depois de aprovado, na generalidade, do diploma centrista, no parlamento, a deputada Isabel Galriça Neto disse aos jornalistas que "é muito relevante que tudo o que se possa fazer em matéria de proteção das pessoas doentes e em fim de vida, de garantia dos seis não será nem redundante nem irrelevante".

Redundante foi uma das críticas feitas pela esquerda relativamente ao diploma do CDS, dado que prevê matérias que já estão previstas em várias leis em vigor.

"É um passo importante", afirmou Isabel Galriça Neto, lembrando que o diploma prevê o "consentimento informado, a condenação da obstinação terapêutica, a sedação paliativa, que, feita devidamente, traz mais conforto às pessoas e não encurta as suas vidas".

A deputada notou que "apesar do tom do debate" -- o deputado José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda, chamou-lhe "um embuste" e "um truque" -- esperava que fosse viabilizado.

E lembrou que, antes do debate, fez um apelo ao consenso, apenas seguido pelo PSD, dizendo que se tratava de uma matéria que "não é de esquerda nem de direita", é "supraideológica".

Não se entenderia, afirmou Isabel Galriça Neto, que se inviabilizassem propostas "para melhorar a vida das pessoas" doentes ou em fim de vida.

A Assembleia da República aprovou hoje, na generalidade, com a abstenção dos partidos da esquerda e os votos favoráveis do PSD e do CDS, o projeto centrista quanto aos direitos das pessoas doentes e em fim de vida.

Segue-se o debate, em comissão, da lei, que, para ser aprovada, tem de ser submetida, em votação final global, ao plenário da Assembleia.

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