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CDS-PP questiona ministro da Educação sobre retificação de listas de colocação de professores

Logótipo de O Jogo O Jogo 08/09/2017 Administrator

O CDS-PP questionou hoje o ministro da Educação sobre a eventual retificação das listas definitivas do concurso inicial de mobilidade interna de professores e um "compromisso sério" para esclarecer as regras de colocação dos docentes.

Numa pergunta dirigida a Tiago Brandão Rodrigues no dia em que começa oficialmente o ano letivo, o CDS-PP quer saber se o ministro vai "tomar medidas no sentido da retificação das listas definitivas do concurso inicial de mobilidade interna, tendo em conta horários completos e incompletos".

As deputadas Ana Rita Bessa e Ilda Araújo Novo argumentam que "a manutenção destas colocações prejudica sobremaneira professores, alunos, encarregados de educação e as próprias escolas".

As parlamentares centristas perguntam ainda se o ministro pondera que se "estabeleça um compromisso sério, com prazos devidamente firmados, com vista ao esclarecimento claro e inequívoco das regras de concurso e colocação de docentes, respeitando o princípio da graduação, de forma a realizar um concurso interno já no próximo ano letivo".

O início do ano letivo está a ficar marcado por queixas dos professores dos quadros relativas ao concurso de mobilidade interna que, este ano, ao contrário do que vinha sendo hábito, não disponibilizou horários incompletos pedidos pelas escolas, o que levou a que muitos professores fossem colocados em escolas distantes daquelas em que habitualmente davam aulas.

A situação motivou um encontro de alguns professores com o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, à margem de uma visita a uma escola no Porto, que pediram ao titular da pasta "um concurso mais justo", baseado na graduação profissional.

Também os sindicatos contestaram a exclusão dos horários incompletos, pedindo a intervenção do primeiro-ministro e disponibilizando-se para ajudar juridicamente os professores que decidam contestar as colocações, e, no parlamento, PCP e PSD já vieram exigir a correção do problema.

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