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Centro Hospitalar Tondela-Viseu recebeu 25 queimados e já transferiu os 14 mais graves -- Governo

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/10/2017 Administrator

Viseu 16 out (Lusa) - O Centro Hospitalar Tondela-Viseu recebeu 25 queimados nas últimas horas, tendo os 14 mais graves sido transferidos para as unidades do S. João, Prelada, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Centro, disse o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

"A nossa principal preocupação nesta fase são os queimados, temos cerca de 25 queimados e os mais graves foram transferidos para as unidades do S. João, Prelada, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Centro. Ainda temos neste momento 11 queimados mais ligeiros em Tondela-Viseu", revelou.

Depois de ter reunido no Centro Hospitalar Tondela-Viseu, Fernando Araújo disse aos jornalistas que, destes 11 queimados, três serão avaliados nas próximas horas, de forma que seja decidido se vale a pena transferi-los para unidades de queimados de hospitais centrais.

"Há também outros feridos [no Centro Hospitalar Tondela-Viseu] com patologias respiratórias e cardíacas, que precisam de cuidados urgentes e a quem daremos agora toda a atenção", acrescentou.

O representante do governo aproveitou ainda para endereçar os pêsames às famílias dos cidadãos que faleceram "nesta terrível calamidade", para além de cumprimentar as vítimas hospitalizadas e todos aqueles que perderam os seus pertences.

Aos profissionais de saúde deixou também uma palavra de reconhecimento.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 31 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, um fogo que alastrou a outros municípios e que provocou 64 vítimas mortais e mais de 250 feridos.

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