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Cerâmica do artista chinês Bai Ming liga tradição e modernidade no MAAT

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

Mais de 200 peças de cerâmica, desenho e pintura do artista chinês Bai Ming, que liga tradição e modernidade no seu trabalho, ficam expostas ao público, a partir de hoje, no Museu de Arte, Tecnologia e Arquitetura, em Lisboa.

É a primeira vez que Bai Ming expõe em Portugal, e as suas obras vão estar patentes no museu até 04 de setembro, na Sala dos Geradores, no edifício da Central, que se transforma em espaço expositivo também pela primeira vez com esta mostra, intitulada "Branco e Azul".

A exposição foi hoje apresentada aos jornalistas, numa visita guiada com a presença do artista, dos curadores Fan Di'an, presidente da Academia Central das Belas Artes da China, Rosa Goy e Margarida Almeida Chantre, Museu de Arte, Tecnologia e Arquitetura (MAAT), e ainda de Miguel Coutinho, diretor-geral e administrador executivo da Fundação EDP.

"Descobri a paixão dos portugueses pela porcelana em branco e azul, e quero muito ver a reação dos visitantes nesta minha exposição", comentou o artista, na visita guiada, sublinhando os laços históricos entre Portugal e a China.

Questionado pela agência Lusa sobre o papel da pintura na sua obra, dominada essencialmente pela cerâmica, Bai Ming respondeu que a sua vida artística também passa muito pela pintura, escultura e pela escrita.

"Para um artista o mais importante é o material que usa. Compreender o material, estudar a técnica, e expressar as ideias, são os elementos que formam a obra", disse Bai Ming sobre o seu trabalho, no qual procura "descobrir formas expressivas modernas através de materiais antigos".

Esta exposição está integrada no programa Cooperação Sino-Portuguesa e Resultados do Intercâmbio Cultural ao Abrigo da Iniciativa "Uma Faixa, uma Rota".

De acordo com a organização, Bai Ming é considerado um dos artistas que mais tem contribuído para a renovação e revitalização da criação artística chinesa no campo da cerâmica, numa fusão entre o óleo e a tinta da china, a abstração e a decoração, a cerâmica e a escultura, entre a tradição e as novas linguagens.

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