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Chefe do Estado-Maior dos EUA diz que força na Coreia do Norte só será usada se falhar a diplomacia

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/08/2017 Administrator

O chefe do Estado-Maior conjunto dos Estados Unidos reafirmou hoje a prontidão das Forças Armadas para responder a qualquer provocação da Coreia do Norte, mas assegurou que Washington privilegia a via "diplomática e económica".

Joseph Dunford assegurou, durante um encontro em Seul com o Presidente sul-coreano, Monn Jae-in, que "as opções militares só chegarão se os outros esforços falharem", segundo um comunicado da Presidência da Coreia do Sul.

O comandante militar norte-americano chegou no domingo a Seul, primeira escala de uma viagem pela Ásia na sequência do aumento da tensão com Pyongyang.

No encontro com Moon, Dunford assegurou que as Forças Armadas dos Estados Unidos "continuarão a apoiar os esforços para resolver o assunto através da diplomacia e de medidas económicas".

Dunford, que tem previsto visitar ainda a China e o Japão, também se reuniu hoje com o ministro da Defesa sul-coreano, Song Young-moo, e com o homólogo sul-coreano, Lee Sun-jin.

A visita tem nomeadamente por objetivo coordenar posições do eixo Washington-Seul-Tóquio e Pequim, principal interlocutor de Pyongyang, para que "não haja erros de cálculo", segundo o Pentágono.

A deslocação visa "tranquilizar os aliados e melhorar os laços entre Forças Armadas num período complicado na região", garantiu o Pentágono.

A visita de Dunford acontece num momento de excecional tensão entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos.

Pyongyang protestou contra as últimas sanções da ONU, que punem os lançamentos de mísseis, e ameaçou atacar território dos Estados Unidos, ao que o Presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu responder com "fogo e fúria nunca vistos".

A Coreia do Norte anunciou então que prepara um plano para bombardear para atacar a base norte-americana de Andersen, em Guam, 3.430 quilómetros a sudeste da Coreia do Norte.

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