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Chile concede asilo político a quatro magistrados venezuelanos

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/10/2017 Administrator

O Chile concedeu asilo político a quatro magistrados venezuelanos da oposição, anunciou hoje o ministro das Relações Exteriores chileno, Heraldo Muñoz.

"Como diz a letra do seu hino nacional, o Chile é asilo contra a opressão e por isso os recebemos, no âmbito do direito internacional e na tradição do que sempre faz o Chile quando quem acredita que a sua segurança está em perigo e pede refúgio", disse o ministro chileno.

Heraldo Muñoz falava aos jornalistas em Santiago do Chile, depois de um encontro com os magistrados venezuelanos, que alegam estar a ser perseguidos pelo Governo do Presidente Nicolás Maduro.

Tratam-se de três mulheres e um homem que pediram proteção diplomática e que hoje chegaram à capital chilena, depois de terem passado mais de dois meses refugiados na Embaixada daquele país em Caracas, de onde conseguiram viajar até Bogotá, Colômbia, antes de viajarem para o Chile.

Segundo o ministro chileno, os magistrados vão receber a documentação necessária para oficializar residência no Chile, e também ajuda económica, uma vez que as suas contas bancárias na Venezuela foram congeladas.

Os quatro novos asilados fazem parte de um grupo de 33 magistrados que foram designados, em julho passado, pela Assembleia Nacional (parlamento) da Venezuela, para substituir um grupo de juízes principais e suplentes que, segundo a oposição, foram irregularmente designados, em finais de 2015, pelo Partido Socialista Unido da Venezuela, formação política do poder em Caracas, para exercerem funções no Supremo Tribunal de Justiça.

Depois da designação alguns dos magistrados tiveram que passar à clandestinidade, enquanto outros conseguiram refugiar-se em várias embaixadas em Caracas, e outros conseguiram chegar à Colômbia, ao Panamá e ao Chile.

Vários deles foram detidos por funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços secretos venezuelanos).

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