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China deve ter crescido perto de 7% no segundo trimestre - analistas

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/07/2017 Administrator

A China deverá apresentar na segunda-feira um crescimento do PIB na ordem dos 6,8% no segundo trimestre deste ano, ligeiramente abaixo dos 6,9% que cresceu entre janeiro e março, em linha com o objetivo governamental.

De acordo com os analistas ouvidos pela agência de informação espanhola Efe, as políticas financeiras cada vez mais restritivas aplicadas pelo Governo chinês poderiam abrandar as importações e os investimentos, retardando assim o crescimento económico do país e a mudança de modelo de crescimento defendida por Pequim.

As medidas do Executivo para lutar contra a especulação imobiliária e a dívida corporativa, assim como a desaceleração do crescimento da concessão de crédito são alguns dos fatores que podem abrandar os dados do PIB, que no primeiro trimestre superou os seis anteriores graças ao forte investimento público em infraestruturas.

Os dados semestrais do comércio, publicados na semana passada, revelaram que as importações chinesas aumentaram 25,7% no ano, ao passo que as exportações subiram 15%, algo que os analistas atribuem a uma forte procura externa e a uma procura interna relativamente resistente.

São as exportações, aliás, que vão evitar uma quebra brusca da maior economia asiática, que está a entrar numa fase de desaceleração sustentada, dizem os analistas, embora haja também alguns que afirmam que é possível que o crescimento das exportações sofra um abrandamento devido aos riscos geopolíticos e à valorização da moeda chinesa face ao dólar.

Nem todos os dados macroeconómicos chineses convidam, ainda assim, ao otimismo; segundo a agência de notação financeira Fitch, o arrefecimento do mercado imobiliário na China, apoiado pelas autoridades para evitar uma bolha imobiliária, terá consequências negativas para a economia durante a segunda metade do ano e em 2018.

O investimento imobiliário representa aproximadamente 10% do PIB, e mais ainda se forem incluídos os setores relacionados, pelo que a Fitch antevê que no próximo ano o crescimento económico da China seja inferior a 6%.

A China é o maior importador de petróleo em Angola, comprando mais de metade da produção deste país lusófono africano, numa percentagem que no ano passado chegou aos 15% de todo o petróleo que o gigante asiático comprou no estrangeiro.

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