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China nega estar a debilitar sistema de direitos humanos da ONU

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/09/2017 Administrator

A China negou hoje que esteja a debilitar o sistema de direitos humanos das Nações Unidas, como acusou a organização Human Rights Watch (HRW), e instou aquela organização não-governamental a libertar-se de preconceitos sobre o país.

Um relatório difundido hoje pela HRW denuncia interferências da China nos mecanismos de direitos humanos da ONU, através da "perseguição" a ativistas e funcionários das Nações Unidas.

"A China atribui grande importância e está comprometida com a proteção e promoção dos direitos humanos e está a desempenhar um papel ativo no trabalho das agências da ONU para os direitos humanos", defendeu o ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Geng Shuang.

Em conferência de imprensa, Geng considerou hoje que as acusações da HRW "não têm fundamento".

"Esperamos que a organização em questão se desprenda do seu olhar preconceituoso" e veja a contribuição da China "pela causa dos direitos humanos a nível internacional de forma objetiva".

A organização cita o caso de Cao Shunli, ativista que foi detida em 2013, depois de participar em Genebra de sessões de formação em direitos humanos, e acabou por morrer na prisão, depois de lhe ter sido negada assistência médica.

O seu caso "enviou uma mensagem para qualquer pessoa que queira seguir o seu exemplo e trabalhar com o sistema da ONU", disse.

O porta-voz chinês urgiu a HRW a deixar de fazer "acusações infundadas".

A China vive a pior onda "repressiva" desde os anos noventa, mas a pressão internacional que recebe diminuiu, devido à sua crescente influência política e económica, segundo defensores dos direitos humanos.

A China é um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

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