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China vai continuar a repatriar desertores norte-coreanos -- Governo chinês

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/07/2017 Administrator

A China vai continuar a repatriar desertores norte-coreanos, aos quais não reconhece o estatuto de refugiados, disse hoje um porta-voz do Governo chinês, numa resposta a um pedido feito por um alto funcionário da ONU.

"As pessoas que entram ilegalmente na China não são refugiados", afirmou o porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Lu Kang.

"Vamos tratar quem entra ilegalmente na China de acordo com a lei", acrescentou.

O enviado especial da ONU para os direitos humanos na Coreia do Norte, Tomas Ojea Quintana, exortou na sexta-feira Pequim a parar de enviar de volta os norte-coreanos que desertam para a China.

Quintana disse que muitos são submetidos a tortura ou executados pelas autoridades norte-coreanas.

Numa conferência de imprensa em Seul, Quintana afirmou estar "alarmado por um aumento das prisões e repatriamento forçado de norte-coreanos" presos na China.

Em junho passado, a organização de defesa dos Direitos Humanos Human Rights Watch disse que pelo menos 51 norte-coreanos foram presos na China, desde julho de 2016, entre os quais 13 foram repatriados, enquanto os restantes continuam detidos no país.

A organização explicou que os desertores retornados são considerados "uma ameaça para o sistema político e para a cúpula" do poder político, que pretende através da tortura evitar que o "povo tenha contacto com o mundo exterior.

A China é o principal aliado da Coreia do Norte.

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