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CNE apela a agentes eleitorais gestão parcimoniosa de financiamento para eleições em Angola

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/07/2017 Administrator

A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) apelou hoje aos gestores das verbas atribuídas pelo Estado angolano a cada formação política concorrente às eleições gerais de 23 de agosto, uma gestão parcimoniosa para não enfrentarem dificuldades na prestação de contas.

Em declarações à imprensa, a porta-voz da CNE, Júlia Ferreira, disse que o presidente da CNE, André da Silva Neto, reuniu com os agentes eleitorais do MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA e APN, para de forma preventiva evitar situações verificadas nas duas últimas eleições.

Júlia Ferreira disse que é importante este exercício para que não se repita o alto défice em relação a esta matéria, salientando que o valor atribuído nestas eleições, de 1,4 mil milhões de kwanzas (7,3 milhões de euros) a cada partido e coligação de partido concorrentes, é elevado.

"Nas eleições de 2012 notámos que havia algum desconhecimento da parte dos partidos políticos concorrentes em relação ao processo de prestação de contas e por via disso também em relação à apresentação de comprovativos de todas as despesas que tinham sido realizadas", disse Júlia Ferreira.

A porta-voz da CNE adiantou que foram criados documentos de apoio, nomeadamente uma cartilha financeira, para dotar as forças políticas concorrentes de pedagogias, sobre a forma como devem fazer a gestão da verba.

"O Estado cumpriu a sua parte, atribuiu essa dotação eleitoral aos partidos políticos e coligações concorrentes e agora é necessário que também cumpram a sua parte, não só no que se refere à gestão dessas verbas, que se destinam exclusivamente para fins eleitorais, não devendo haver descaminho desses valores, mas também em relação à necessidade de eles depois prestarem contas à CNE", disse.

Este primeiro encontro visou, numa primeira fase, prestar esclarecimentos, transmitir informações e a entrega de documentos de apoio, disse Júlia Ferreira, manifestando inteira disponibilidade da CNE ao diálogo permanente e reiterado para esclarecimentos necessários.

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