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"Com António Oliveira atropelava o meu pai se ele estivesse de vermelho"

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/03/2017 Alcides Freire

Jorge Costa, em entrevista ao Porto Canal, conta que Fernando Couto é que criou a alcunha de "Bicho" e recorda o lado psicológico do treinador António Oliveira.

© Fornecido por O jogo

Titular indiscutível com António Oliveira: "Bebi muito de todos os treinadores e tive sucesso com vários treinadores, sistemas e metodologias de treino. Podes ganhar de várias formas, não há uma fórmula mágica de sucesso. O António Oliveira era um caso especial. Gosto muito dele. Ele tinha a capacidade de mexer connosco com a mística, a guerra... Com Robson era o jogo pelo jogo. Corremos, rematamos e ganhamos. Com Oliveira era mais a vertente psicológica, mais emocional. Antes dos jogos com o Benfica era bravo. Se o meu pai estivesse vestido de vermelho atropelava-o, se a minha mãe estivesse de vermelho atropelava-a. O Oliveira tinha a capacidade de mexer connosco"

Competitivo e concentrado: "Um dia chamaram-me de animal competitivo. Não jogar, não poder ajudar o meu clube no campo, custava-me. Não que fosse um mau suplente, mas sempre quis mais. Tenho uma carreira de que me orgulho, mas tenho noção de que não era um jogador extraordinário. Compensei sempre com dedicação, trabalho, empenho. Jamais um adepto me disse que o "Bicho" não deu tudo. Eu tinha algumas limitações, tinha noção delas e escondia-as ao máximo com aquilo em que era bom. Era muito concentrado no treino e no jogo e isso fez a diferença. Tinha colegas que eram melhores e era eu que jogava."

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