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Comandante da Unidade de Controlo Costeiro da GNR alerta para falta de efetivos

Logótipo de O Jogo O Jogo 23/10/2017 Administrator

O comandante da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR alertou hoje para a falta de efetivos, avançando que "a capacidade de resposta" da UCC "pode vir a estar condicionada" caso não seja assegurada a reposição de elementos.

"Considero que é meu dever alertar para a contingência de a capacidade de resposta da unidade poder vir a estar condicionada se não for assegurada a reposição dos efetivos, designadamente dos que nos próximos anos transitam para a situação de reserva", disse o coronel Raul Maia Pires, na cerimónia que assinalou o nono aniversário daquela unidade da Guarda Nacional Republicana.

Numa cerimónia em que marcou presença o novo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, o comandante da UCC adiantou que os meios terrestres e marítimos já apresentam "elevados índices de inoperacionalidade" devido à idade que apresentam.

Raul Maia Pires fez um balanço da atividade operacional da UCC no último ano, em que realizou 23.850 patrulhamentos apeados, motorizados, marítimos ou fluviais, representando um aumento de 5% relativamente a igual período do ano anterior.

A atividade do Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC), instalado ao longo da orla costeira do continente e gerido e controlado pela UCC, permitiu acompanhar o movimento de 155.621 embarcações no último ano, mais 20% do que em igual período do ano anterior.

Segundo o comandante desta unidade, a UCC levantou 3.424 autos e apreendeu 284 toneladas de pescado e 470 quilogramas de haxixe.

No âmbito da agência europeia Frontex, militares da UCC participaram, desde o início do ano, em missões em Itália, Bulgária e quatro ilhas gregas, tendo resgatado um total de 1.099 migrantes, 433 das quais crianças.

O comandante da UCC disse ainda que já está em funcionamento a interligação a sul dos Sistemas de Vigilância de Portugal e Espanha que "permite a partilha de informação operacional", além de oferecer "uma perspetiva regional muito mais enriquecida" e "potenciar a capacidade de proteção da fronteira externa da União Europeia".

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