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Confiança dos consumidores aumenta em outubro após dois meses de quebra -- INE

Logótipo de O Jogo O Jogo 30/10/2017 Administrator

O indicador de confiança dos consumidores aumentou em outubro, após ter diminuído em agosto e setembro, enquanto o indicador de clima económico estabilizou, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

"O indicador de confiança dos consumidores aumentou em outubro, após ter diminuído em agosto e setembro, voltando a um patamar próximo do valor máximo da série atingido em julho", informa o INE em comunicado.

Tendo por base inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores, aquele organismo refere que, por seu lado, "o indicador de clima económico estabilizou em setembro e outubro, depois de ter diminuído em agosto".

Falando nas variações dos indicadores de confiança por setores, o INE nota que houve reduções nas áreas da construção e obras públicas e nos serviços.

Por seu lado, verificou-se uma variação positiva na indústria transformadora, enquanto a confiança no setor comércio estabilizou.

Para justificar tais alterações no mês de outubro, o INE aponta a evolução da poupança, da situação financeira do agregado familiar e da situação económica do país, "tendo as perspetivas sobre a evolução do desemprego contribuído negativamente".

Quanto à confiança no setor da construção e obras públicas, diminuiu em outubro, após ter atingindo em setembro o máximo desde julho de 2002, assinala o instituto, justificando que isso é resultado da evolução negativa das perspetivas de emprego.

Também na área dos serviços se verificou uma diminuição no indicador de confiança em outubro, suspendendo o perfil positivo observado desde o final de 2012, situação que reflete o contributo negativo do saldo das apreciações sobre a atividade da empresa e sobre a evolução da carteira de encomendas. Já as perspetivas sobre a evolução da procura recuperaram ligeiramente.

No caso da indústria transformadora, o indicador de confiança aumentou em setembro e outubro, após ter diminuído nos dois meses anteriores, devido às perspetivas de produção e às apreciações sobre a procura global, segundo o INE.

Relativamente à confiança no comércio, estabilizou em outubro, após ter diminuído em agosto e setembro, o que se deve ao contributo negativo das apreciações sobre o volume de vendas e sobre o volume de 'stocks' e ao contributo positivo das perspetivas de atividade, adianta o INE.

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