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"Conhecendo o FC Porto, não acredito que deixe escapar a oportunidade"

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/04/2017 Alcides Freire

Rúben Micael, jogou no Braga e no FC Porto, vê um Benfica em queda e um FC Porto em crescendo, suportado pela estrutura. Por isso, está confiante

. © Fornecido por O jogo .

Rúben Micael está convencido que o FC Porto será campeão se vencer esta noite em Braga. O antigo médio conversou com O JOGO sobre o duelo entre duas das suas antigas equipas e além de querer um FC Porto a festejar nos Aliados, espera que o Braga acabe à frente do vizinho V. Guimarães. Antigo companheiro de Nuno Espírito Santo, o agora jogador do Maccabi Telavive elogia o treinador a quem atribuiu o mérito de ter devolvido a mística ao clube.

O FC Porto joga uma cartada importante no campeonato, mas o Braga tem o V. Guimarães à perna. Que pode decidir esta partida entre duas das suas ex-esquipas?

Na minha opinião é um jogo tão importante para o FC Porto como para o Braga, que está a disputar uma espécie de minicampeonato com o V. Guimarães. Para aquele clube e adeptos não é a mesma coisa: querem ficar sempre à frente do Vitória. É obrigatório. O FC Porto precisa de ganhar para ser campeão e não se pode dar ao luxo de vacilar. Se passar em Braga não vai perder mais pontos até ao fim e será campeão. A equipa está bem, confiante, mas não será fácil derrotar o Braga. Nuno precisou de algum tempo para impor as suas ideias, mas a equipa agora está em crescendo, numa boa dinâmica e passando para a frente não cairá. Claro que o futebol é pródigo em surpresas, basta lembrar o empate com o V. Setúbal, mas conhecendo aquela casa, não acredito que deixem escapar a oportunidade

Por falar em pressão, o FC Porto tem um plantel jovem, apesar de ter Maxi e Casillas...

-O FC Porto tem uma estrutura que suporta e ajuda, fazendo com que os jogadores não tenham essa pressão que é grande ao fim de três anos sem títulos. E há ainda o apoio dos adeptos que tem sido incrível, enchendo todos os estádios. A claque também ajuda.

Como avalia o trabalho de Nuno Espírito Santo?

Foi meu companheiro na primeira meia época que fiz. O capitão era o Bruno Alves, havia o Helton, o Rolando, entre outros, mas todos tinham tanto respeito ao Nuno como aos capitães. Estava quase sempre sério e creio que a maior virtude dele neste FC Porto foi ter devolvido o espírito desse tempo, a mística. Não há jogadores como o Jorge Costa, o Baía ou o Bruno Alves, mas há um treinador com essa mística.

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