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Conselho de Disciplina exclui processo à falha do videoárbitro no Aves-Benfica

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/10/2017 Hugo M. Monteiro

O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) excluiu a abertura de um processo à inoperacionalidade no videoárbitro no jogo entre Aves e Benfica, por não ter relevância disciplinar.

Questionada pela Lusa, fonte do CD da FPF confirmou que esta a quebra de comunicações ocorrida no domingo, aos 66 minutos do encontro da I Liga, que o Benfica venceu por 3-1, não tem relevância disciplinar.

Na segunda-feira, o Conselho de Arbitragem (CA) da FPF explicou que existiu uma quebra de comunicações entre o videoárbitro e a equipa de arbitragem, que se ficou a dever a uma anomalia na base de interligação, que permite o envio de sinal áudio da equipa de arbitragem para o centro de videoarbitragem.

© Octavio Passos/Global Imagens

Ainda de acordo com a explicação do CA, após detetada a anomalia, a equipa técnica no centro de videoarbitragem procedeu a tentativas de recuperação do sistema de comunicações, nomeadamente reiniciando-o, sem sucesso, e, posteriormente, reconfigurando-o, igualmente sem resultados.

Perante isto, as comunicações ficaram comprometidas até ao final do jogo, sendo que os testes realizados após o encontro, que o Benfica venceu por 3-1, diagnosticaram que a falha se ficou a dever à base de interligação dos sistemas dos rádios utilizados pela equipa de arbitragem, liderada por Nuno Almeida, da associação do Algarve.

No domingo, o CA da FPF já tinha confirmado, na sua conta oficial do Twitter, a quebra de comunicações a partir dos 66 minutos do jogo, acrescentando que esta falha impediu o diálogo entre a equipa de videoarbitragem e a equipa de arbitragem no terreno.

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