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CORREÇÃO: Governo 'espera' aprovar em novembro Programa Internacionalizar

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/10/2017 Administrator

(Corrige no segundo parágrafo do texto a afirmação do secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, substituindo 44% por 42% em 2017 e 50% por 44% em 2018. E acrescenta:para atingir 50% no início da próxima década)

VERSÃO INTEGRAL CORRIGIDA

O Governo anunciou hoje aos deputados que "espera" aprovar em novembro o Programa Internacionalizar, que pretende aumentar as exportações nacionais, aproximando-as no próximo ano de metade do PIB (Produto Interno Bruto).

"Podemos fechar 2017 praticamente com mais de 42% do peso das exportações e podemos entrar em 2018 nos 44% do PIB, para atingir 50% no início da próxima década, se continuarmos a manter o nível de investimento", afirmou hoje o secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, na apresentação do Programa Internacionalizar aos deputados das comissões parlamentares de Economia e dos Assuntos Europeus.

Segundo o governante, este programa foi apresentado ao Conselho Estratégico para a Internacionalização no final de setembro e, até ao final da semana passada, foi objeto de pareceres de vários parceiros.

"Praticamente não falta nenhum contributo", contou aos deputados Brilhante Dias, adiantando "esperar que em novembro" seja aprovada a resolução do Conselho de Ministros sobre este programa de financiamento das exportações, através de verbas do Orçamento do Estado (OE) e de fundos comunitários.

O secretário de Estado, que se escusou a dizer aos deputados o montante das ajudas que vão ser disponibilizadas no programa, adiantou que o número de exportadores nacionais não tem aumentado.

"Todos os anos entram novos exportadores, mas todos os anos também saem em igual número", disse, adiantando que os 500 maiores exportadores nacionais são responsáveis por 2/3 das exportações.

"Há uma concentração significativa", afirmou, acrescentando que 50% dos exportadores vendem apenas para um país, normalmente Espanha e Angola, e defendendo a necessidade de uma maior diversificação de mercados.

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