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CORREÇÃO: Operação Marquês: Ministério Público acusa 28 arguidos de 164 crimes

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/10/2017 Administrator

(Corrige no título e no texto o número total de crimes, 188 e não 164)

NOVO TÍTULO: Operação Marquês: Ministério Público acusa 28 arguidos de 188 crimes

VERSÃO INTEGRAL CORRIGIDA:

O despacho de acusação do Ministério Público sobre a 'Operação Marquês' visa 28 arguidos, dos quais nove empresas, acusados de um total de 188 crimes, num documento que tem cerca de quatro mil páginas.

Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR), ao longo do inquérito, cujo principal arguido é o ex-primeiro ministro José Sócrates, foram efetuadas mais de duas centenas de buscas, inquiridas mais de 200 testemunhas e recolhidos dados bancários sobre cerca de 500 contas, em Portugal e no estrangeiro.

Foram também autorizadas e transcritas mais de 2.600 escutas e enviadas nove cartas rogatórias para diversos países, entre os quais Suíça e Angola.

Ao longo do processo, o Ministério Público (MP) proferiu nove despachos de arquivamento em relação aos arguidos Paulo Lalanda e Castro (ex-administrador da Octapharma), Joaquim Paulo da Conceição (grupo Lena) e ao advogado João Abrantes Serra.

Foram igualmente extraídas 15 certidões, com vista à investigação criminal em processo autónomo.

A PGR tinha adiantado, em março, que o processo, investigado durante mais de três anos por dez magistrados do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), era formado por 91 volumes e 452 apensos e reunia uma extensa prova documental e digital, da qual faziam parte mais de três mil documentos em suporte de papel e 13.500 milhões de ficheiros informáticos.

No âmbito deste processo, estiveram detidos preventivamente José Sócrates, o empresário e amigo do ex-primeiro-ministro Carlos Santos Silva e o antigo motorista de Sócrates João Perna.

O ex-administrador do grupo Lena Joaquim Barroca esteve em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.

Lista de arguidos (19 pessoas e nove empresas) e número de crimes de que estão acusados:

- José Sócrates (ex-primeiro-ministro): 31 crimes

- Carlos Santos Silva (empresário): 33

- Joaquim Barroca (ex-administrador do Grupo Lena): 14

- Ricardo Salgado (ex-presidente do BES): 21

- Zeinal Bava (ex-presidente executivo da PT): cinco

- Henrique Granadeiro (ex-presidente da administração da PT): oito

- Armando Vara (ex-ministro e antigo administrador da CGD): cinco

- Helder Bataglia (empresário): dez

- Rui Horta e Costa (ex-administrador do empreendimento Vale do Lobo): quatro

- Bárbara Vara (filha de Armando Vara): dois

- José Diogo Gaspar Ferreira (ex-diretor executivo do empreendimento Vale de Lobo): seis

- José Paulo Pinto de Sousa (primo de José Sócrates): dois

- Gonçalo Trindade Ferreira (advogado): quatro

- Inês Pontes do Rosário (mulher de Carlos Santos Silva): um

- João Perna (ex-motorista de Sócrates): dois

- Sofia Fava (ex-mulher de Sócrates): dois

- Luis Ferreira da Silva Marques (funcionário da Infraestruturas de Portugal): dois

- José Ribeiro dos Santos (funcionário da Infraestruturas de Portugal): dois

- Rui Mão de Ferro (sócio administrador e gerente de diversas empresas): cinco

- Lena Engenharia e Construções, SA: sete crimes

- Lena Engenharia e Construção SGPS: três

- Lena SGPS: três

- XLM-Sociedade de Estudos e Projetos Lda: cinco

- RMF-Consulting, Gestão e Consultoria Estratégica Lda: um

- XMI -- Management & Investmenst SA: dois

- Oceano Clube -- Empreendimentos Turísticos do Algarve SA: três

- Vale do Lobo Resort Turístico de Luxo SA: três

- Pepelan -- Consultoria e Gestão SA: dois.

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