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Criador do spray utilizado pelos árbitros exige 30 milhões de euros à FIFA

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/07/2017 Hugo Monteiro

Heine Allemagne pediu dinheiro à FIFA, levou um "não" como resposta e agora quer ver a utilização do aparelho suspensa.

© REUTERS

Braço de ferro entre a FIFA e alguém improvável: o nome Heine Allemagne pode não dizer nada aos adeptos de futebol, mas se lhe contarmos que é o criador do spray utilizado pelos árbitros durante os jogos, na marcação de faltas, o caso muda de figura.

O empresário brasileiro exigiu o pagamento de 30 milhões de euros por parte do organismo que tutela o futebol mundial e, face ao "não" que recebeu como resposta, avançou com um pedido de suspensão da utilização do aparelho. A notificação foi enviada à International Football Association Board (IFAB) e a todas as federações continentais: UEFA, CONCACAF, CONMEBOL, AFC, CAF e OFC.

"Alegam que não digo coisa com coisa, mas a notificação é clara, a patente existe. A FIFA finge que não é nada com ela, mas o roubo está em curso", afirmou, indignado, Allemagne, em declarações ao site brasileiro Globoesporte. "Não procuro reconhecimento, mas sim respeito por parte da FIFA. Só quero justiça", insistiu.

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