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Cristas diz que Governo "deve fazer mais para moderar" situação na Autoeuropa

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/09/2017 Administrator

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, disse hoje que o "Governo das esquerdas unidas devia ter feito mais para moderar" a situação na Autoeuropa, considerando que não é "um bom exemplo" para o investimento estrangeiro.

"Sendo dois apoiantes do Governo [PCP e Bloco de Esquerda], dois parceiros do Governo das esquerdas unidas, certamente, que o PS deverá ser capaz de fazer mais para moderar aquilo que se está a passar na Autoeuropa que, de facto, não ajuda os trabalhadores, não ajuda a empresa e não ajuda a economia do nosso país. Não é um bom exemplo quando, hoje, se discute em toda a Europa para onde vai a fábrica da Tesla", afirmou a líder popular.

À margem do comício de apresentação dos candidatos ao concelho de Ponte de Lima e confrontada pelos jornalistas com as declarações da secretária-geral adjunta do PS que no sábado em Palmela que disse estar "chocada" com a situação naquela empresa, Assunção Cristas disse que Ana Catarina Mendes "não se deve esquecer" das funções que exerce.

"Vejo declarações de uma candidata autárquica mas é importante que não se esqueça que é dirigente nacional do PS e, certamente, terá nas suas mãos recursos e possibilidades para ajudar a resolver este problema que não prejudica apenas a Autoeuropa e os trabalhadores mas prejudicam o conjunto do país", sustentou.

Assunção Cristas defendeu "paz social, capacidade de diálogo e vontade de resolver os problemas por via do diálogo" e adiantou ser "confrangedor ver que o caminho que vinha a ser feito de forma exemplar para a Autoeuropa, neste momento, está prejudicado".

"Espero que, rapidamente, se possam retomar bases para encontrar soluções e que o PCP e o Bloco de Esquerda (BE) não deem este triste exemplo ao país", referiu.

Questionada pelos jornalistas sobre se o Governo deveria ter atuado antes da greve, Cristas disse que "o PS tem relações privilegiadas com o PCP e o BE, parceiros de governação do Governo das esquerdas unidas" e que a situação na Autoeuropa "é um exemplo onde se deve por em marcha as suas melhores capacidades de mediação e diálogo para ajudar a resolver a situação".

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