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CRONOLOGIA: Tancos/Armas

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/09/2017 Administrator

Datas significativas do caso do desaparecimento de material militar de Tancos:

29 de junho - O Exército português revela o desaparecimento de material de guerra dos paióis nacionais de Tancos, detetado no dia anterior.

- O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, reconhece que o sucedido é grave mas garantiu que "não ficará nada por levantar".

30 de junho

- PSD e CDS-PP pedem presença do ministro no parlamento.

- PCP pede retirada de consequências de um caso de "extrema gravidade".

- Exército revela que material desaparecido inclui explosivos, granadas de gás lacrimogéneo e granadas foguete anticarro.

01 de julho

- Chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, anuncia exoneração de cinco comandantes de unidades para não interferirem com investigação.

- Anunciado reforço de segurança em Tancos e abertura de processos de averiguações internos do Exército às cargas e condições de armazenagem, à área de segurança física das instalações e à ao sistema de controlo de acessos e vigilância eletrónica.

- Passos Coelho afirma-se surpreendido por não ter havido demissões na hierarquia militar.

02 de julho

- Rovisco Duarte diz em entrevista à SIC que paiol foi "escolhido a dedo", admitindo que tenha sido roubado com "informação do interior".

- Jornal "El Espanol" divulga lista completa de material desaparecido.

03 de julho

Presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, pede demissão do ministro da Defesa.

04 de julho

- Presidente da República visita paióis nacionais e defende apuramento de "tudo, de alto a baixo, até ao fim, doa a quem doer".

- Ministério Público abre inquérito ao sucedido por suspeitas da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de armas internacional e terrorismo. A investigação é liderada pela PJ com a colaboração da PJ Militar.

Ministério da Defesa anuncia despacho para Inspeção-Geral da Defesa e Inspeção do Exército avaliarem as condições de segurança.

06 de julho

Rovisco Duarte admite na Comissão Parlamentar de Defesa responsabilidade do Exército por diversas falhas de supervisão.

07 de julho

Azeredo Lopes defende permanência de Rovisco Duarte e rejeita que falhas possam ser justificadas com desinvestimento no setor da Defesa.

08 de julho

Tenente-general Antunes Calçada, comandante do Pessoal, apresenta demissão, segundo o semanário Expresso por "divergências inultrapassáveis" com Rovisco Duarte.

Anunciada demissão do comandante das Forças Terrestres, tenente-general António Menezes.

11 de julho

Primeiro-ministro manifesta confiança no ministro da Defesa e solidariedade com Rovisco Duarte.

- Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas admite que roubo foi "soco no estômago" dos militares, adianta que prejuízo ascende a 34 mil euros e revela que algum material estava indicado para abate.

17 de julho

Rovisco Duarte decide transferir material militar guardado em Tancos para outras instalações militares.

- Exército renomeia cinco comandantes exonerados no princípio do mês.

20 de julho

- Exército anuncia reforço de segurança dos paióis de Santa Margarida, em Santarém e cancelamento dos investimentos previstos para Tancos.

21 de Julho - Primeira reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional após o furto de Tancos.

25 de julho - Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro, afirma ter tido papel "muito reduzido" no caso de Tancos.

27 de julho

Diretor do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) diz no parlamento que SIS soube do furto pela comunicação social e que relatório dos serviços de informações equacionou como "cenário plausível" envolvimento de crime organizado português ou estrangeiro, terrorista ou extremista.

04 de setembro - Presidente da República declara-se preocupado com tempo que demora apuramento de factos e responsabilidades.

10 de setembro

Em entrevista ao Diário de Notícias e TSF, ministro da Defesa admite que "no limite, pode não ter havido furto", invocando falta de quaisquer provas.

"No limite, pode não ter havido furto nenhum", porque "não existe prova visual, nem testemunhal, nem confissão. Por absurdo podemos admitir que o material já não existisse e que tivesse sido anunciado... e isso não pode acontecer".

18 de setembro

Debate em plenário com o ministro da Defesa que recusa responder a perguntas dos deputados sobre entrevista de 10 de setembro ou sobre "o que se passou" em Tancos e remete para investigação criminal em curso.

Ministro enuncia medidas para melhorar a segurança e vigilância de paióis.

23 de setembro

Expresso noticia alegado relatório que atribui a "serviços de informações militares" em que se atribuem responsabilidades ao ministro e às chefias militares.

Primeiro-ministro afirma desconhecer relatório e garante que não foi produzido por "nenhum organismo oficial" do Estado.

24 de setembro

O ministro da Defesa Nacional admitiu à Lusa que o noticiado relatório sobre o furto de armamento da base de Tancos tenha sido "fabricado" e que possam existir "objetivos políticos" na sua divulgação: "Sabemos que não há nenhum relatório que tenha sido produzido pelos serviços de informações, quaisquer que eles sejam. E é importante saber quem foi, com que motivação foi fabricado esse documento, falsamente atribuído aos serviços de informações".

25 setembro

PS acusa PSD de divulgar e credibilizar relatório sem sustentação real

PSD repudia "insinuações torpes" do PS

26 setembro

Ministério da Defesa quer divulgação na íntegra do relatório

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