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Daniel Mango deixa presidência do Sporting Clube da Guiné-Bissau

Logótipo de O Jogo O Jogo 07/04/2017 Cristina Aguiar

Daniel Mango, eleito em janeiro, diz ser vítima de "sabotagem e difamação"

O presidente do Sporting Clube da Guiné-Bissau, Daniel Mango, revelou hoje à agência Lusa que se demitiu das suas funções, na sequência de "clima de difamação e de sabotagem" contra si por parte de um grupo de sócios e dirigentes.

© Reprodução: Facebook

Daniel Mango diz que, apesar de ser "um grande sportinguista", a sua dignidade está em primeiro lugar, pelo que não poderia continuar na direção do clube perante "a calúnia e traição" de que era alvo.

O agora ex-presidente do Sporting lembrou que foi eleito "democraticamente pelos sócios", em janeiro, e tomou posse no mês seguinte, mas ainda nem apresentou o seu plano de trabalho e já é alvo de sabotagem.

Daniel Mango considerou ter sido vítima também de "perturbações injustificadas", pelo que achou que o melhor seria deixar o lugar de presidente.

Um grupo de sócios tem vindo a questionar a gestão de Mango, a quem acusam de falta de diálogo, de apropriação de bens do clube e ainda de conduzir o Sporting Clube da Guiné-Bissau à segunda divisão.

O grupo, encabeçado pelo sócio Midana Sambú, diz que Daniel Mango mandou dispensar os melhores jogadores do Sporting, alegando falta de dinheiro para os pagar salários e prémios do jogo.

Mango nega aquelas acusações.

O Sporting Clube da Guiné-Bissau será agora dirigido, até novas eleições, pelo presidente da assembleia-geral, Hugo Paquete.

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