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De aborrecido ao final dramático, sem esquecer o herói unânime

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/06/2017 Hugo Monteiro

Imprensa internacional não poupa elogios a Claudio Bravo, guarda-redes chileno que defendeu três grandes penalidades no desempate das meias-finais da Taça das Confederações contra Portugal.

Marca

Bravo pelo Chile

Um gigante eliminou Portugal e catapultou o Chile para a sua terceira final de um grande torneio em três anos. Claudio Bravo voltou a elevar a Roja ao infinito. Como fizera contra a Argentina para levantar duas Copas América de forma consecutiva, o guardião do City, recordista de jogos do seu país, vestiu-se de herói para aniquilar a "Seleção".

BBC Sport

Bravo foi o herói

O guarda-redes do Manchester City Claudio Bravo foi o herói do apuramento do Chile para a final da Taça das Confederações, tendo batido Portugal nos penáltis. O final dramático acendeu um encontro até então aborrecido, com ambas as equipas a darem a sensação de cansaço depois de terem feito o quarto jogo em apenas dez dias no torneio da Rússia.

Globoesporte.com

Bravo apurou o Chile

© Tolga Bozoglu/EPA

Não é preciso muito esforço para encontrar uma palavra que faça jus à atuação do grande herói do duelo entre Chile e Portugal nas semifinais da Taça das Confederações: basta recorrer ao seu nome. Após 12 minutos em que as estrelas em campo deixaram um pouco a desejar, com um empate, Claudio Bravo defendeu três penáltis e apurou a sua equipa para a grande decisão, no domingo.

La Nácion

Chile é finalista

Os comandados de Pizzi tiveram um encontro difícil, que se decidiu nos penáltis. Aránguiz e Bravo foram as figuras. Na primeira parte do prolongamento, a equipa lusa foi superior no aspeto físico, mas a oportunidade mais clara foi do Chile, aos 95". No segundo tempo adicional deu-se a polémica: Francisco Silva sofreu falta na área e o juiz não marcou penálti, nem pediu a ajuda do VAR.

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