Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Deputadas acusam governo da Bolívia de dificultar investigação ao acidente com a Chapecoense

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/06/2017 Ireneu Ribeiro

O acidente que vitimou a equipa da Chapecoense continua a dar que falar e sem se conhecer as conclusões

Duas deputadas da Bolívia acusam o governo do seu país de interferir nas investigações do acidente com o avião da empresa LaMia, que transportava a Chapecoense para a final da Taça Sul-Americana, em novembro do ano passado. De acordo com as congressistas Érika Justiniano e Norma Piérola, as autoridades que deveriam ser responsabilizadas não serão incluídas no processo.

"Acredito que não há apenas uma irresponsabilidade do governo, mas também um encobrimento, porque até agora não se sabe ao certo o que vai acontecer. Por isso estamos aqui em Chapecó, a averiguar o que aconteceu, a conversar com as famílias, saber um pouco da realidade. Também trago documentos da Bolívia para mostrar que estou a investigar o caso", disse Érika, em entrevista à SporTV.

O procurador-geral do país, Ramiro José Guerrero Peñaranda, também é visado nas cartas das duas deputadas. Segundo as parlamentares, ele está a "perseguir inocentes".

"O Governo Boliviano, em vez de investigar as graves irregularidades na aceitação das permissões da operação da LaMia, dedicou-se, através do procurador Ramiro Guerrero, a encobrir as suas responsabilidades e a perseguir inocentes".

© Fornecido por O jogo

A deputada está em Chapecó e vai entregar o documento ao Ministério Público do Brasil. Dirigentes da Chapecoense e familiares das vítimas também vão receber o documento.

O acidente com o avião da LaMia aconteceu no dia 29 de novembro do ano passado, na região metropolitana de Medellín, onde a Chapecoense ia disputar com o Atlético Nacional, a final da Taça Sul-Americana. Das 77 pessoas a bordo, apenas seis sobreviveram (o defesa Neto, o guarda-redes Follmann, o lateral Alan Ruschel, o jornalista Rafael Henzel e dois funcionários da LaMia).

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon