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Deputados do Quénia aprovam emendas à lei eleitoral a duas semanas de presidenciais

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/10/2017 Administrator

Deputados do Quénia aprovaram hoje alterações à lei eleitoral, criticadas pela oposição e por diplomatas ocidentais, a duas semanas da repetição das presidenciais, previstas para 26 de outubro.

As alterações exigem a aprovação do presidente Uhuru Kenyatta, cujo partido no poder defendeu as emendas após o Supremo Tribunal ter anulado a eleição de agosto e ordenado um novo escrutínio.

A eleição de 08 de agosto permitiu a reeleição do presidente Uhuru Kenyatta com 54,27% dos votos, contra 44,74% para o candidato da coligação opositora NASA, Raila Odinga.

Diplomatas, incluindo o embaixador dos Estados Unidos, disseram que as mudanças previstas colocam em risco "a capacidade" da Comissão Eleitoral (IEBC) "de conduzir uma melhor eleição" e "aumentam desnecessariamente as tensões políticas".

A oposição diz que as alterações visam tornar a transmissão dos resultados eleitorais num processo manual, que terá menos salvaguardas contra a fraude e tornará mais difícil o tribunal anular uma eleição.

A Comissão Eleitoral foi criticada pela gestão da eleição presidencial em agosto e a oposição condicionou a sua participação nas novas eleições a uma reforma profunda da IEBC.

Odinga anunciou na terça-feira a retirada da sua candidatura às presidenciais, considerando que a Comissão Eleitoral "não tem intenções de realizar mudanças ao nível das suas operações e pessoal para garantir que não se repetem as 'ilegalidades e irregularidades' que levaram à invalidação do escrutínio de 08 de agosto".

A oposição espera que a retirada implique o cancelamento da eleição de 26 de outubro e a organização de um novo processo eleitoral numa data posterior.

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