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Desconvocada greve do serviço de transporte de bagagens do aeroporto de Barcelona

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/08/2017 Administrator

Os trabalhadores da Adelete, a companhia que gere o serviço de veículos de transporte de bagagens do aeroporto de El Prat de Barcelona, desconvocaram hoje a greve após chegarem a acordo com a empresa.

Os sindicatos tinham convocado 18 dias de paralisação parcial de julho a dezembro, em protesto pelo bloqueio da contratação coletiva e para exigir novas contratações.

Este serviço, que inclui 70 trabalhadores, tinha previsto parar quatro horas por turno de 28 a 31 de julho, de 01 a 04 e de 12 a 15 de agosto, e de 01 a 04 de dezembro.

De acordo com a agência noticiosa Efe, as negociações entre a direção da empresa e o comité permitiram a desconvocação da greve.

O protesto dos trabalhadores responsáveis pelo serviço dos veículos de transporte de bagagens de El Prat juntava-se à greve parcial iniciada hoje pelos trabalhadores da Eulen, a empresa que gere o serviço do controlo de segurança, que provocou enormes filas durante toda a manhã nos terminais T1 e T2.

A paralisação decorre durante uma hora às 05:30, 10:30, 16:30 e 18:30 e a partir de 14 de agosto, segundo os organizadores, pode ser total e sem duração definida.

Os grevistas protestam contra a falta de pessoal e a sobrecarga de trabalho dos cerca de 360 agentes com contrato com o grupo privado Eulen, que assegura a segurança no aeroporto El Prat e que emprega 86.000 pessoas em 14 países.

Juan Carlos Gimenez, porta-voz do comité de greve dos funcionários do Eulen, disse à agência France Presse que a carga de trabalho leva a "muitas baixas por problemas psicológicos, depressões (...) e isso prejudica a segurança".

O tráfego de passageiros aumentou mais de 60% entre 2009 e 2016 no aeroporto Barcelona-El Prat, o segundo de Espanha a seguir ao de Madrid.

A AENA, empresa semipública que gere os aeroportos espanhóis, recomendou aos passageiros que cheguem mais cedo ao aeroporto, evocando filas de espera de "pelo menos 40 minutos" para os controlos de segurança.

Passageiros no local disseram à AFP que o tempo de espera era bastante maior.

Gimenez referiu que os funcionários têm de respeitar serviços mínimos de 90%, decididos pela prefeitura da Catalunha.

Na tentativa de chegar a um acordo iniciaram-se hoje negociações entre os representantes dos grevistas, que não são sindicalizados, a AENA e o Eulen, disse uma porta-voz da AENA.

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