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Despesa em investigação cresceu em 2016 mais 113,3 milhões de euros face a 2015

Logótipo de O Jogo O Jogo 21/08/2017 Administrator

A despesa em investigação e desenvolvimento cresceu em Portugal, em 2016, mais 113,3 milhões de euros, para 2.347,7 milhões, face a 2015, representando 1,27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, revela um relatório hoje divulgado.

Os dados constam no "Inquérito ao potencial científico e tecnológico nacional (IPCTN16)", publicado no portal da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência", cujos números relativamente a 2016 são ainda provisórios.

Em 2015, a despesa em investigação e desenvolvimento totalizou 2.234,4 milhões de euros, correspondendo a 1,24% do PIB (que define a riqueza de um país).

Pela primeira vez, desde 2010, ano em que a crise se instalou em Portugal, a despesa no setor em percentagem do PIB aumentou em 2016.

Contudo, em termos absolutos, a despesa global continuou no ano passado inferior à de 2010, ano em que totalizou 2.757,6 milhões de euros, apesar de ter vindo a crescer paulatinamente à custa das instituições de ensino superior desde 2014 (ano em que ascendeu a 2.232,2 milhões de euros, coincindindo com o fim da crise económica e financeira no país).

Tal como em anos anteriores, o grosso da execução da despesa em ciência e inovação voltou a estar concentrado, em 2016, nas empresas, onde totalizou 1.123,2 milhões de euros (mais 86,7 milhões face a 2015, invertendo a tendência de decrescimento verificada desde 2010) e nas universidades e nos institutos politécnicos públicos, onde ascendeu a 1.059,3 milhões de euros (mais 41,7 milhões em relação a 2015).

A despesa efetuada pelos laboratórios do Estado recuou para valores registados em 2012 (5,4%).

Em 2016, o número de investigadores chegou aos 40.746, mais 2.074 comparativamente a 2015, mas menos 1.752 do que em 2012 e menos 3.310 do que em 2011.

Como em anos precedentes, a maioria dos cientistas voltou a fixar-se, em 2016, nas universidades e nos institutos politécnicos (26.432, sendo o maior número dos últimos seis anos) e nas empresas (12.490, ultrapassando o anterior melhor indicador do mesmo período, que era de 12.198 investigadores em 2011).

O "Inquérito ao potencial científico e tecnológico nacional" constitui a base estatística oficial sobre pessoal e financiamento afetos a atividades de investigação e inovação em Portugal.

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