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"Deve-se ao trabalho e ao grupo, ninguém faz batota"

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/09/2017 Alcides Freire

O internacional do Mali, Marega, está empenhado em ajudar o FC Porto e garante que o interesse dos clubes ingleses não o afetou psicologicamente

Marega começou a época no banco, era até visto com alguma desconfiança, mas as grandes exibições que tem realizado colocam-no como um dos imprescindíveis. O avançado sente-se feliz e nem dá valor aos convites que teve de Inglaterra, do Brighton e do Burnley, ambos da Premier League.

Como explica este bom momento que atravessa?

© Pedro Correia/Global Imagens

Deve-se ao trabalho e ao grupo em que todos trabalham, ninguém faz batota. O treinador também está a fazer um excelente trabalho com a equipa técnica e quando temos um bom treinador e jogadores sérios só pode correr bem. No primeiro jogo contra o Besiktas falhámos, mas agora o trabalho está a dar os seus frutos e esperamos que assim continue.

No regresso ao FC Porto alguma vez sentiu que não confiavam nas suas capacidades?

Desde que assinei, em janeiro de 2016, foi muito difícil para mim. A crítica caiu-me em cima. Mas em Guimarães consegui evoluir de novo e voltar a erguer-me, porque encontrei um bom presidente e um grande treinador que souberam devolver-me a confiança. Fiz uma boa época e agora estou a conseguir dar continuidade.

Como é que se dá a volta psicologicamente, depois de se saber que teve duas grandes propostas para sair para a Premier League e voltar a concentrar-se no FC Porto?

Jogo no FC Porto, que é um grande clube e que já venceu a Liga dos Campeões. Depois, o que surge daqui e dali não pode ser levado de qualquer forma, temos de nos manter como profissionais que somos. Não me incomodou e continuo a tentar fazer aqui o que faço bem feito.

Sente que está no máximo das suas capacidades ou ainda tem margem para evoluir?

Ainda posso evoluir e fazer melhores jogos. Continuo a aplicar-me nos treinos como sempre fiz na minha carreira e espero que isto ainda vá mais longe.

Sente-se mais valorizado?

Talvez, porque tenho conseguido jogar regularmente no FC Porto, jogo na Champions. Mas tento não pensar muito nisso. Temos de nos voltar a pôr em causa depois de cada jogo; se conseguirmos um golo temos de ir atrás de um bis, se lá chegarmos tentar um hat trick e por aí fora. Só temos de continuar a trabalhar e a jogar para que a confiança esteja sempre no máximo.

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