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Diretor de banco angolano preocupado com falta de cultura de reembolso

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/07/2017 Administrator

O diretor executivo do Banco Desenvolvimento Angolano (BDA) admitiu hoje preocupação com a falta de cultura do reembolso dos empréstimos concedidos pela banca, mas sem revelar números sobre o crédito malparado naquela instituição.

Ângelo Filipe falava à imprensa à margem da cerimónia de lançamento do Programa de Sensibilização para a Diversificação da Economia, uma iniciativa do BDA.

Segundo o responsável, o programa tem como objetivo fundamental fazer a disseminação da cultura da cidadania financeira, em que os cidadãos empreendedores e empresários participem do desenvolvimento da economia angolana.

"Se olharmos para o setor bancário é evidente que existe uma falta de realimentação por parte dos potenciais empreendedores empresários para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento económico do país", afirmou Ângelo Filipe, escusando-se a avançar qual a situação daquele banco.

A Lusa noticiou em fevereiro último que o Governo angolano vai emitir dívida pública no valor de 27.440 milhões de kwanzas (147,3 milhões de euros) para aumento de capital do banco estatal BDA, "potencializando os rácios prudenciais do banco e possibilitando assim a expansão das suas atividades" de concessão de crédito.

"A situação do BDA é conjuntural. O BDA insere-se no setor financeiro e económico, e o que estamos aqui a fazer é, com que todos os 'stakeholders' - empresários de um lado e do outro a banca -, todos nós saiamos a ganhar com esse processo de sensibilização" disse.

O programa prevê que, de forma contínua, 21 agentes cívicos expliquem, através da distribuição de folhetos e um vídeo animado sobre o processo de diversificação da economia, aos empresários e empreendedores e aos cidadãos em geral, o contributo que o BDA pode dar para a diversificação da economia do país, concedendo financiamentos.

Ângelo Filipe frisou que é baixa entre os empresários, cidadãos empreendedores, a cultura de reposição de recursos.

"É uma cultura que nasce em casa. Nós em casa somos obrigados a repor os recursos, usou uma garrafa de água deve repor, usou um determinado instrumento de limpeza deve repor onde estava, é esta cultura que começa em nossas casas e deve ser depois disseminada", disse.

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