Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Divulgados milhares de documentos sobre assassínio de Kennedy

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/10/2017 Administrator

Pedidos para manter secretos centenas de documentos relacionados com o assassínio do presidente norte-americano John F. Kennedy, na sua maioria da CIA e do FBI, limitaram a 2.800 os que foram divulgados na quinta-feira.

A informação foi adiantada por dirigentes do governo norte-americano que mencionaram apelos de última hora da agência de espionagem e da polícia federal dos EUA atendidos pelo presidente, Donald Trump.

Esta coleção de documentos, que deveria ter sido divulgada integralmente agora, inclui mais de 3.100 documentos, que compreendem centenas de milhares de páginas, que nunca foram vistos pelo público.

Até hoje, já foram revelados 30 mil documentos sobre a morte de Kennedy e os Arquivos Nacionais vão divulgaram agora mais 2.800.

Uma lei de 1992, assinada pelo presidente George H. W. Bush, determina que todos os registos governamentais relacionados com o assassínio de Kennedy, ocorrido em 22 de novembro de 1963, sejam "revelados publicamente na sua totalidade" dentro de 25 anos. O prazo acabou na quinta-feira.

Os documentos que não foram revelados agora vão estar sob apreciação durante mais seis meses.

A pressão para a transparência neste caso foi motivada em parte pela polémica nascida com o filme "JFK", de Oliver Stone, estreado em 1991, que desenvolvia uma lógica de teoria da conspiração.

Por outro lado, as hipóteses de a documentação revelar informação bombástica são reduzidas, de acordo com o juiz John Tunheim, que liderou a comissão independente que reviu e divulgou milhares de documentos relacionados com o assassínio nos anos 1990.

Os peritos no tema do assassínio de Kennedy esperam que estes documentos forneçam informação sobre o funcionamento oculto da CIA e do FBI.

Alguns dos documentos revelados estão relacionados com a misteriosa viagem de seis dias de Lee Harvey Oswald, o acusado da morte de Kennedy, à Cidade do México, antes do assassínio.

Oswald disse que tinha visitado as embaixadas de Cuba e da União Soviética para pedir vistos, mas muito do que fez então continua por conhecer.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon