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Dois líderes extremistas islâmicos abatidos no sul das Filipinas - Governo

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/10/2017 Administrator

Um líder fundamentalista islâmico, que integra a lista norte-americana dos "terroristas mais procurados", foi morto nos combates do exército filipino para reconquistar a cidade de Marawi, no sul do país, anunciou hoje o Governo.

"As tropas conseguiram abater Isnilon Hapilon e Omar Maute", declarou à imprensa o ministro da Defesa filipino, Delfin Lorenzana, numa referência a dois extremistas islâmicos, que juntaram forças e participaram na captura de vários bairros de Marawi, a 23 de maio, desencadeando a operação militar filipina de reconquista da cidade.

Observadores apresentam Hapilon, de 51 anos, como "o emir" do movimento extremista Estado Islâmico (EI) no Sudeste Asiático, onde o grupo pode estabelecer um califado, numa altura em que o EI está a perder terreno no Iraque e na Síria.

Foi uma tentativa falhada de captura de Hapilon pelas autoridades que desencadeou este ataque. Os extremistas causaram caos em Marawi, a maior cidade muçulmana no país de maioria católica.

Washington ofereceu uma recompensa de cinco milhões de dólares norte-americanos (cerca de 424 milhões de euros) por qualquer informação que levasse à detenção de Hapilon, apresentado como um comandante de alto nível do grupo Abu Sayyaf. Este movimento, estabelecido no sul das Filipinas, é considerado pelos Estados como uma "organização terrorista estrangeira".

Omar Maute é conhecido como líder do grupo terrorista Maute, que também se aliou ao EI.

Lorenzana afirmou que Hapilon e Omar Maute foram mortos ao início da manhã, no último assalto das forças filipinas contra os extremistas entrincheirados em Marawi, a maior cidade muçulmana no país de maioria católica.

Os corpos vão ser submetidos a testes de ADN devido às recompensas prometidas pelos Governos norte-americano e filipino, acrescentou o ministro. "Este desenvolvimento significa que vamos poder anunciar o fim das hostilidades em Marawi em um ou dois dias".

Desde 23 de maio, mais de mil pessoas foram mortas em Marawi e 400 mil residentes foram obrigados a sair da cidade.

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