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Domingos fala em jogo estragado e diz quem é o exemplo no plantel

Logótipo de O Jogo O Jogo 22/10/2017 Hugo Monteiro

Domingos Paciência, treinador do Belenenses, não gostou da arbitragem do jogo de Tondela, perdido por 2-0.

© Manuel Araújo/Lusa

O Belenenses perdeu por 2-0 em Tondela na ronda nove do campeonato. ""Não acredito que haja fatores externos que possam influenciar o jogo. O desenrolar do jogo, de certa forma, condicionou-nos. A equipa não entrou mal e a partir de determinado momento começámos a sentir que estava com dificuldades e depois, com o cartão amarelo ao Benny e a expulsão a acabar a primeira parte, o jogo muda completamente. Há que assumir os erros que cometemos neste jogo, mas também porque a equipa começou a perder o controlo. Perdeu a lucidez e o discernimento para estar no jogo", afirmou, voltando a falar do vermelho a Persson.

"A leitura que faço é que ele aborda o lance e faz falta. E, ao saltar por cima do jogador, pisa-o, sem tentativa de agressão. Sou treinador desde 2001, vai para 17 anos, e no grupo de trabalho há sempre um profissional exemplar: esse jogador dentro deste plantel é o Persson. Se me perguntassem quem nunca agrediria um adversário, diria o Persson, pelo seu profissionalismo e pela pessoa que é. Se o árbitro entende que é uma expulsão e que há um pisão de propósito, das duas, uma: ou viu mal o lance ou nunca jogou futebol. Se marca o jogo? Marca", vincou.

"Num lance em que há uma mão à entrada do meio campo, do Helder Tavares, o árbitro manda seguir a jogada e dá o segundo golo do Tondela e acabou o jogo. Seria o segundo amarelo do Helder Tavares e consequente expulsão e o jogo ficava 1-0 e 10 contra 10. Depois houve amarelos desnecessários, por tudo e por nada. Foi um jogo estragado e não o digo por ter perdido", terminou.

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