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Elogio ao jurista e dramaturgo Luiz Francisco Rebello na Academia das Ciências

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

O "Elogio Histórico" do advogado e dramaturgo Luiz Francisco Rebello (1924-2011), de autoria do escritor e editor Fernando Guedes (1929-2016), é lido na quinta-feira, na sessão da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Academia das Ciências afirma que a leitura deste "Elogio Histórico" ao antigo presidente da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) é feita pelo escritor Fernando Dacosta, autor, entre outras obras, de "Amália, a Ressurreição" (2017).

Também ensaísta e historiador de teatro, Luiz Francisco Rebello presidiu à SPA de 1973 a 2003.

Quando da sua morte, em dezembro de 2011, a SPA afirmou que, "como dramaturgo, historiador do teatro, legislador, ensaísta e docente, Luiz Francisco Rebello" deixou "uma obra extensa e diversificada, tendo contribuído para o crescimento e afirmação da SPA e para a sistemática defesa dos direitos dos autores portugueses".

Luiz Francisco Rebello, prosseguiu a cooperativa de autores, destacou-se também "no plano internacional", integrado em "órgãos da Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (CISAC), eleito para sucessivos mandatos como representante da área do Teatro".

Na mesma sessão, o escritor e ensaísta João Bigotte Chorão lerá uma evocação de Fernando Guedes, que fundou a Editorial Verbo, em 1958, à qual esteve ligado até 2009 e na qual foi responsável, por exemplo, pela edição da Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura e da antiga coleção de livros da RTP.

Fernando Guedes estreou-se como poeta em 1949, com "A Esfera", recebeu os prémios Antero de Quental (1963) e Nacional de Poesia (1968).

A par do percurso literário, com a publicação de ensaio e ficção, Fernando Guedes presidiu à direção do Grémio Literário de Editores e Livreiros e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros. Foi membro das academias portuguesas de Ciências, Belas Artes e História.

A nível internacional, Fernando Guedes foi, por exemplo, presidente da Federação de Editores Europeus e presidente honorário da União Internacional de Editores.

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