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Empresários de Aveiro defendem reforço de meios da rede diplomática

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/10/2017 Administrator

O presidente da Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), Fernando Paiva de Castro, alertou hoje para as carências da rede diplomática portuguesa, defendendo um reforço dos meios para apoiar a internacionalização das empresas nacionais.

"O apoio da nossa rede diplomática, incluindo a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), tem que ser reforçado, tem que ser melhorado. Temos constatado, num ou noutro caso, que desempenham a sua atividade com inúmeras carências, com grandes limitações financeiras", disse Fernando Paiva de Castro.

Os novos desafios da internacionalização é um dos temas que vai estar em destaque num congresso internacional de negócios promovido pela AIDA, que vai decorrer na próxima sexta-feira no Parque de Exposições de Aveiro.

Em declarações à Agência Lusa, Fernando Paiva de Castro disse que irá aproveitar a presença do secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, no encerramento do congresso para "deixar essa nota".

"Se as pessoas andam lá fora meias encobertas, ou em lugares secundários, não podemos esperar grandes resultados. É preciso um reforço dos meios para a nossa diplomacia económica ter outra visibilidade lá fora", observou.

O presidente da AIDA disse que o congresso tem como objetivo "dar aos empresários perspetivas que os ajudem a melhorar o seu desempenho" na área da internacionalização, considerando que ainda há muito a fazer, nomeadamente ao nível da diversificação de mercados.

O responsável referiu ainda que "70% das empresas exportam para um mercado apenas", sendo por isso que tem que haver "um esforço grande de diversificação de mercados não só para bem do país, mas das próprias empresas".

Fernando Paiva de Castro adiantou também que os dez principais mercados que absorvem a maior parte das exportações portuguesas são os países da Europa, para além dos Países de Língua Oficial Portuguesa e os Estados Unidos, que estão "muito ligados à nossa vertente da emigração".

Para aquele responsável, Portugal está em condições de dar um passo "mais ambicioso" e "abordar outro tipo de clientela", destacando que é preciso aproveitar a boa imagem do país.

"Desde a nossa conquista do Euro 2016 e outros títulos que conquistámos a nível desportivo, até à visita do papa e ao surf na Nazaré. É uma onda que temos que aproveitar", disse.

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