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Estado da Nação: PS aponta "fiasco" das "premonições" de Passos e cartazes de Cristas no ecoponto

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

O líder parlamentar socialista afirmou hoje que as "premonições" de 2016 do presidente social-democrata revelaram-se um "fiasco" e que os cartazes mostrados pela presidente do CDS-PP no estado da Nação do ano passado foram para o "ecoponto".

Carlos César falava na Assembleia da República, num discurso em que recuperou as posições assumidas há um ano no debate sobre o estado da Nação, quer por Pedro Passos Coelho, quer por Assunção Cristas, que foi agora apresentada pelo presidente do PS como "candidata a líder da oposição".

No seu discurso, o presidente do PS começou por advertir que o executivo e o PS não estão "isentos de erros e de omissões, próprios da natureza humana e das exigências governativas".

"Mas estamos sempre prontos para corrigir. Não estamos isentos de contrariedades e de acontecimentos funestos, como os dos recentes incêndios que deceparam vidas, causaram muitas intranquilidades entre os portugueses e destruíram economias locais, mas saberemos, estou certo, reconstituir o que é possível, devolver a normalidade e fazer uma reabilitação exemplar", disse.

No debate sobre o estado da Nação de 2016, segundo Carlos César, Pedro Passos Coelho deixou o seguinte diagnóstico sobre o país: "O investimento está a cair a pique, o emprego ou estagnava ou destrói-se, o crescimento tem menos vigor do que antes, há riscos orçamentais e o país está a andar para trás".

"O balanço é, felizmente, o fiasco dessas premonições do deputado Passos Coelho. Ao invés, o investimento subiu, o emprego aumentou, o crescimento é uma constante na economia e o valor do défice é saudado por todas as instituições europeias", contrapôs o presidente do PS.

Já Assunção Cristas, de acordo com Carlos César, "a candidata a líder da oposição, trouxe o que chamou uns auxílios em forma de (sete) cartaz(es)".

O líder parlamentar socialista referiu então que nesses cartazes a presidente do CDS "acenou com a diminuição do emprego", uma "hecatombe do investimento", o "colapso do investimento público" e "a escassez do investimento estrangeiro".

Assunção Cristas, continuou Carlos César, mostrou ainda no debate sobre o estado da Nação em 2016 cartazes sobre redução das exportações, queda de confiança dos consumidores e aumento de impostos".

"Um, dois, três, quarto, cinco, seis, sete cartazes - sete cartazes do CDS para o ecoponto", concluiu Carlos César.

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