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Estado moçambicano perde mais de 34,6 ME para o contrabando de combustível

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/10/2017 Administrator

O Estado moçambicano perde anualmente 2,5 mil milhões de meticais (mais de 34,6 milhões de euros) devido ao contrabando de combustível, indicou a presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, citada hoje pelo Notícias, o principal diário do país.

Falando na reunião anual de planificação da Autoridade Tributária (AT), Amélia Nakhare afirmou que para impedir o contrabando de combustível, a AT iniciou uma campanha de marcação do produto, distinguindo o que é destinado ao consumo interno e o que está em trânsito para países vizinhos.

"Lançado o concurso de marcação de combustíveis em junho deste ano, espera-se que, a breve trecho, seja assinado o contrato para arrancarmos com a marcação ainda este mês, de acordo com o calendário inicial aprovado para o processo", declarou Amélia Nakhare.

A operação, prosseguiu, vai reforçar os mecanismos de controlo do combustível no país, cuja importação custa 600 milhões de dólares anuais (mais de 509 milhões de euros).

A presidente da AT adiantou que a instituição arrecadou cerca de 139 mil milhões de meticais (1,9 mil milhões de euros) nos primeiros nove meses deste ano, o correspondente a 74,6% da meta definida para o período em referência, que é de 186,3 mil milhões de meticais (2,5 mil milhões de euros).

Amélia Nakhare assinalou que o ano em curso foi marcado pelo processo de selagem de bebidas e tabaco, visando melhorar a eficácia na cobrança de receitas e no combate ao contrabando.

"Continuamos preocupados com o nível de envolvimento dos nossos funcionários em ações que fragilizam o processo de selagem, facilitando a entrada de mercadorias contrabandeadas através das nossas fronteiras", declarou Amélia Nakhare.

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