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Estados Unidos anunciam novas sanções contra 18 grupos e cidadãos iranianos

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/07/2017 Administrator

A administração Trump vai aplicar novas sanções a 18 cidadãos, entidades e grupos iranianos por alegadamente terem ajudado ao desenvolvimento do programa de mísseis balísticos do Irão.

A medida surge um dia depois de a administração ter garantido ao Congresso que, tecnicamente, o Irão está a cumprir o acordo nuclear (alcançado em 2015 com os Estados Unidos, a Rússia, a China, a França, o Reino Unido e a Alemanha), pelo que pode continuar a beneficiar de um alívio das sanções.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos (equivalente às Finanças) vai aplicar medidas a sete grupos e a cinco pessoas que ajudaram os militares do Irão ou a Guarda Revolucionária, uma unidade de elite do regime iraniano.

As sanções também se aplicam a um grupo descrito pelos Estados Unidos como um grupo criminoso multinacional, com base no Irão, e a três pessoas que o integram.

Já o Departamento de Estado (Negócios Estrangeiros) visou dois outros grupos associados ao programa de mísseis balísticos iraniano.

As sanções implicam que todos os ativos que os visados possam ter nos Estados ficam congelados. Também impedem que cidadãos norte-americanos possam fazer quaisquer negócios com eles.

O Presidente dos Estados Unidos decidiu manter o acordo com o Irão sobre o programa nuclear, mantendo o levantamento das sanções, mas ao mesmo tempo ameaçou Teerão com outras medidas punitivas, disseram responsáveis norte-americanos.

O acordo de não-proliferação foi assinado a 14 de julho de 2015 pelo anterior Presidente, Barack Obama, e a administração de Donald Trump considerou que Teerão "cumpriu as condições" do texto, que prevê um controlo da natureza pacífica do programa nuclear, em troca de um levantamento progressivo das sanções.

Na segunda-feira à noite, responsáveis norte-americanos, que pediram o anonimato, disseram que a administração Trump certificou que o Irão está a cumprir o acordo nuclear, mas disse que "está a falhar no seu espírito".

Desde que este acordo internacional entrou em vigor, em 16 janeiro de 2016, a administração norte-americana deve certificar, a cada 90 dias e perante o Congresso, que Teerão está a respeitar os termos acordados.

A primeira vez que a administração Trump apresentou a "certificação" do acordo foi em abril, e a segunda na segunda-feira.

Já em abril, Donald Trump tinha afirmado que o Irão não estava a honrar "o espírito" do acordo de 2015, considerando que o acordo "é péssimo e não devia ter sido assinado".

No final de junho, os Estados Unidos instaram o Conselho de Segurança da ONU a tomar medidas contra o Irão, por considerarem que houve violação da resolução sobre o acordo nuclear com Teerão.

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