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EUA mantêm exércitos militares anuais com a Coreia do Sul

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/08/2017 Administrator

Os Estados Unidos asseguraram hoje que não vão cancelar os exercícios militares anuais com as tropas sul-coreanas programados para a próxima segunda-feira, apesar do atual clima de tensão com a "vizinha" Coreia do Norte.

"Temos o direito de os fazer com o nosso aliado, a Coreia do Sul, e vamos prosseguir com eles, isso não vai mudar", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, quando questionada pelos jornalistas sobre uma eventual suspensão destes exercícios militares, denominados como Ulchi Freedom Guardian (UFG).

"Não existe comparação possível entre o que está a fazer a Coreia do Norte, com os seus testes nucleares e de mísseis balísticos intercontinentais, e a atividade legal que mantêm os Estados Unidos e a Coreia do Sul", argumentou a porta-voz.

A representante referiu ainda que estes exercícios militares conjuntos "estão programados há muito tempo, com base no acordo de defesa mútua de 1953, e são cuidadosamente monitorados pela comunidade internacional para garantir que estão em conformidade com o acordo de armistício".

Um porta-voz do Pentágono (Departamento de Defesa), tenente-general Christopher Logan, também confirmou hoje que estes exercícios militares "vão avançar como planeado".

"Estes são exercícios regulares e anuais e são a culminação de muitos meses de planificação", assegurou Logan.

Os exercícios militares vão durar até 31 de agosto e vão envolver 17.500 militares norte-americanos, incluindo cerca de 3.000 que vêm de fora da Península Coreana.

As manobras estão projetadas para melhorar a capacidade dos Estados Unidos "em defender a Coreia do Sul", acrescentou o porta-voz do Pentágono.

As últimas semanas foram marcadas por uma escalada da retórica entre Pyongyang e Washington.

O chefe da diplomacia norte-americana disse hoje que a administração de Donald Trump se mantém interessada num diálogo com o líder da Coreia do Norte, Kim Jung Un, mas que aguarda algum sinal de interesse por parte de Pyongyang.

"Continuamos interessados em tentar encontrar uma maneira de dialogar, mas isso depende dele [do líder norte-coreano]", disse o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson.

Apesar de ter divulgado que tinha concluído os planos para lançar mísseis balísticos no território americano da ilha de Guam, no Pacífico, o líder norte-coreano anunciou ter decidido não colocar, por agora, o plano em prática, afirmando que quer "observar um pouco mais" as ações dos Estados Unidos antes de executar a ameaça.

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