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Exportações chinesas sobem 5,5% e importações 13,3% em agosto

Logótipo de O Jogo O Jogo 08/09/2017 Administrator

As exportações da China abrandaram em agosto, num sinal de menor procura internacional, enquanto as importações registaram um inesperado aumento, apesar das previsões de um abrandamento da segunda maior economia mundial.

As exportações chinesas subiram em agosto 5,5%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, para 199,2 mil milhões de dólares (165,2 mil milhões de euros), um ritmo menor do que o registado em julho, de 7,2%, indicaram dados oficiais.

As importações aumentaram 13,3%, para 157,2 mil milhões de dólares (130,3 mil milhões de euros), um ritmo de crescimento superior à média registada nos onze meses anteriores, de 11%.

As previsões apontam para um abrandamento no ritmo de crescimento da economia chinesa, que afetaria a procura por produtos estrangeiros, agravada por maiores restrições ao crédito impostas pelo Governo chinês.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) previu que a economia chinesa cresça 6,6%, este ano, menos uma décima do que o registado em 2016. Para 2018, o FMI afirmou esperar um crescimento de 6,2%.

"A força das importações sugere que a procura interna é mais resilente do que o esperado", afirmou Louis Kuijs, num relatório da unidade de investigação Oxford Economics.

O aumento das exportações superou as previsões, na primeira metade do ano, num sinal positivo para a liderança chinesa, que quer evitar a perda de empregos nas indústrias exportadoras.

A China tem sido o motor da recuperação global, desde a crise financeira de 2008, e um abrandamento nas importações chinesas pode ter repercussões em vários países.

Nos primeiros seis meses de 2017, a China comprou 25% do conjunto das exportações brasileiras. O país é também o principal cliente do petróleo angolano.

O excedente comercial da China subiu 19%, em agosto, relativamente ao mesmo mês de 2016, para 42.000 milhões de dólares (34.800 milhões de euros).

O excedente da China com a União Europeia, o principal parceiro comercial do país, aumentou 14%, para 11,7 mil milhões de dólares (9,7 mil milhões de euros).

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