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Fábio Coentrão torna a defesa do Sporting mais sólida

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/09/2017 Hugo Monteiro

Sector defensivo tem um bloco titular com três novidades em relação a 2016/17: Piccini, Mathieu e o internacional português (só Coates "sobrevive"). Alternativas ao canhoto deixam a desejar.

A eficácia defensiva tem um papel fundamental nos bons resultados do Sporting neste início de temporada, mas nas ocasiões em que o sector esteve sem Fábio Coentrão... sofreu: com o lateral em campo (486") os leões só encaixaram um golo, sem ele (324") somam cinco!

Embora ainda não esteja ao nível de outros tempos, sobretudo nos desequilíbrios ofensivos, na intensidade e capacidade de ir à linha cruzar, Coentrão tem primado pela segurança defensiva, reforçando um sector muito renovado esta época - além do internacional português, as contratações Piccini e Mathieu também são titulares indiscutíveis, juntamente com Coates, o único que se mantém da temporada transata.

O primeiro golo sofrido sem o canhoto foi contra o Estoril, já com Bruno César no seu lugar (a substituição teve lugar aos 61" e o golo de Evangelista aos 85"). Seguiram-se dois com o Feirense e outros dois com o Olympiacos, em todos com Jonathan Silva na esquerda da defesa, tendo o argentino responsabilidades nos três últimos.

citacaoO lateral-esquerdo regressou ao onze e o Sporting voltou a não sofrer golos. Do total de seis tentos sofridos esta época, só um foi com o jogador emprestado pelo Real Madrid em campo

© Álvaro Isidoro/Global Imagens

"Despachados" Marvin Zeegelaar (Watford) e Jefferson (Braga), a SAD até recusou as propostas do Boca Juniors por Jonathan Silva para que este seja a alternativa a Coentrão, mas não tem provado ser uma opção credível ao jogador que está emprestado pelo Real Madrid e cujos períodos de ausência têm sido muito sentidos.

Depois dos erros do jovem sul-americano, Jorge Jesus já nem sequer o convocou para a última partida, com o Tondela, optando por levar para o banco de suplentes o polivalente Bruno César.

Com Coentrão em campo a ajudar a trancar os caminhos para a baliza de Rui Patrício, o Sporting sofreu um golo em 486" (na goleada por 5-1 ao Steaua Bucareste), sem ele consente um a cada 65". Ainda à procura da melhor forma, tem sido gerido com pinças... mas a experiência é um posto.

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