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Fábio Martins avisa o Benfica: "Vou chutar de qualquer lado"

Logótipo de O Jogo O Jogo 23/02/2017 Hugo Monteiro

O extremo sente que está num bom momento e admite que vai começar a disparar de qualquer lado. Basta que lhe deem um espacinho. E o Chaves ficará para sempre no seu coração.

© Rui Manuel Ferreira/Global Imagens

O Benfica que se cuide! Fábio Martins tem a mira afinada e depois de ter marcado à bomba a Rui Patrício e, na última jornada, a Bolat (Arouca), vai tentar repetir a graça a Ederson. "Ando com felicidade, é verdade. Vou começar a chutar de qualquer lado", ri-se, em resposta pronta quando lhe pedimos para comentar mais um grande golo.

A verdade é que o extremo tem queda para momentos espetaculares. Marcou seis golos esta época e quatro deles destacaram-se pela beleza. Aos remates de longe contra Sporting e Arouca soma outro em Vila do Conde e um de calcanhar em Torres Vedras, para a Taça de Portugal. Queda para o espetáculo? "Tenho sido feliz. Jogando na esquerda, vir para dentro e rematar é um movimento característico. Está a correr bem, mas também há trabalho", reconhece, agora mais a sério. Na esquerda, confessa, sente-se como "peixe na água". "Consigo decidir melhor, seja passar, rematar... tenho mais soluções para o meu jogo", explica. O resto vem da confiança. "É o mais importante para um jogador. Estando confiante, jogo cinco ou dez vezes mais, e nesta fase sinto-me assim. Isso vê-se nos golos e nas exibições. Na época passada não foi tão bom, talvez por não me sentir tão acarinhado", justifica.

Em Paços de Ferreira faltou-lhe o calor dos fãs. "Em Chaves, sinto muito carinho, essencialmente dos adeptos. Da Direção, equipa técnica e colegas também, mas isso já acontecia o ano passado. Mas os adeptos aqui são especiais. Nunca me vou esquecer deste local, até porque foi em Trás-os-Montes [Vila Real] que o meu filho nasceu. Nunca me vou esquecer de como me receberam e me ajudaram a mim, à minha mulher e ao meu filho. Estamos muito felizes e, assim, as coisas são mais fáceis", elogia.

De Braga não tem feedback desta grande época. "Falou-se em janeiro da possibilidade de voltar, mas as coisas não se concretizaram. Não sei o que pensam lá. Mas nem tem que ver com o Jorge Simão me conhecer, mas com o trabalho estar a correr bem. Sinto que, de forma natural, vou ter uma oportunidade", acredita.

Segue-se o Benfica e sua luta pelo título com o FC Porto. Para o Chaves, é mais simples. "Tenho de pensar na minha equipa e colocar de parte a luta pelo título. A nossa luta é ganhar na Luz e, se não for possível, empatar", refere. Para o adepto do FC Porto, depois vêm então outras contas. "Depois disso, claro, ficaria feliz por ajudar o FC Porto; sou portista", confessa. Em Chaves, na primeira volta, atirou ao poste: "Não penso no golo que falhei, mas se calhar era mais fácil do que outros que tenho feito. Na altura não entrou, espero contribuir agora." Os laterais que tenham cuidado - se marcar, não será por falta de aviso. "Vou tentar chutar de todo o lado; se abrirem um espacinho, eu chuto!", volta a rir-se.

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