Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Fórum para a Competitividade prevê que crescimento económico abrande no 3.º trimestre

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/10/2017 Administrator

O Fórum para a Competitividade divulgou hoje que prevê uma desaceleração do crescimento económico no terceiro trimestre face ao primeiro semestre, justificada por um abrandamento na confiança dos consumidores e das indústrias transformadoras.

"Os indicadores avançados já disponíveis para setembro e alguns indicadores reais de agosto, apontam para alguma desaceleração no terceiro trimestre face à primeira metade do ano", afirma o Fórum para a Competitividade na nota de conjuntura de setembro divulgada hoje.

Assim, depois de um crescimento homólogo do Produto Interno Bruto (PIB) de 3% no segundo trimestre, o Fórum para a Competitividade prevê uma desaceleração do crescimento económico no terceiro trimestre para um intervalo entre 2,4% e 2,7% em termos homólogos, e um crescimento entre 0,3% e 0,7% em cadeia.

"Esta desaceleração é particularmente evidente na confiança dos consumidores e indústrias transformadoras. Já a confiança dos empresários da construção e dos serviços (suportada pelo turismo) continua a tendência de subida", explica.

Segundo o Fórum para a Competitividade, no terceiro trimestre "grande parte do contributo positivo deverá vir novamente do investimento privado e das exportações, que estarão a beneficiar do forte momento do turismo e dos principais parceiros económicos que pertencem à área do euro".

No entanto, acrescenta, "tal como no segundo trimestre, não é de excluir que o crescimento em cadeia das importações volte a surpreender, levando a um contributo menos positivo do comércio externo -- daí mais uma vez, o intervalo da estimativa".

Quanto ao crescimento do PIB para 2017, o Fórum mantém globalmente o mesmo intervalo e antevê que se possa situar entre 2,6% e 2,8%.

Por outro lado, o Fórum para a Competitividade considera que, com os números da execução orçamental em contabilidade pública de agosto, bem como com os números em contas nacionais do primeiro semestre (divulgados em 22 de setembro pelo INE), "o cumprimento do objetivo de um défice orçamental de 1,5% para 2017 se afigura como bastante provável".

"De facto, até é possível que o défice fique abaixo do valor fixado no Orçamento do Estado para 2017 (embora haja alguns efeitos ainda por determinar que geram alguma incerteza sobre se o défice pode ficar substancialmente abaixo de 1,5% ou num valor em torno desse objetivo) ", afirma.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon