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Fabrício: "Andava triste e fui abençoado"

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/03/2017 Ana Proença

Médio estreou-se a marcar, ao oitavo jogo, depois de ter brilhado no Japão, e agora quer concretizar o sonho acalentado desde que chegou a Portimão, em 2011: subir à I Liga e ser campeão

© André Vidigal / Global Imagens

Fabrício teve uma tarde de sonho, quarta-feira, no Seixal, contribuindo decisivamente para a sensacional reviravolta do líder Portimonense, que aos oito minutos perdia por 2-0 com o Benfica B.

O brasileiro apontou dois golos e fez ainda a assistência para o tento do triunfo, marcado por Pires. Depois de regressar ao Algarve no mercado de janeiro, após o empréstimo aos japoneses do Kashima Antlers, o médio-ofensivo precisou de oito jogos para voltar aos golos com a camisola alvinegra - o último datava de 30 de abril, na época passada, na vitória por 2-0 em Oliveira de Azeméis.

"Senti-me muito abençoado. Estava procurando uma atuação assim, para voltar ao meu melhor ritmo e ajudar a equipa, e, claro, fiquei muito feliz. Não foi nada normal, porque, literalmente, os dois golos foram de difícil execução, e fechei com chave de ouro, assistindo o Pires", conta Fabrício Messias, 26 anos, que está em Portimão desde 2011, com dois empréstimos pelo meio.

"O Benfica teve algum mérito em chegar à vantagem, mas nós também facilitámos. No entanto, sempre acreditámos e demos tudo em campo para, pelo menos, chegar ao empate. Nem tenho palavras", adianta, saboreando o momento.

Fabrício reconhece que "andava triste" e que queria "melhorar o rendimento", inclusive porque "estão muitos jogadores lesionados, era importante dar o máximo e as coisas não me saíam bem, mas acabou por ser na altura ideal". Os últimos tempos, de resto, tinham sido bem positivos para o brasileiro, que pelo Kashima foi campeão japonês, asiático e chegou à final do Mundial de Clubes.

"Passamos por provações, mas depois vem a recompensa", garante, sublinhando que agora quer concretizar um sonho que tem desde 2011: subir à I Liga e ser campeão com o Portimonense. "Faltam dez jogos e todos acreditamos. Os adversários querem pontos, mas as nossas vitórias dão confiança."

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